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COVID-19

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Fale com a nossa assistente virtual e fique por dentro das informações e orientações sobre a pandemia do novo coronavírus.

PRINCIPAIS ORIENTAÇÕES

1 Como posso me prevenir para não pegar o vírus?

• Lave com frequência as mãos até a altura dos punhos, com água e sabão, ou então higienize com álcool em gel 70%. Essa frequência deve ser ampliada quando estiver em algum ambiente público (ambientes de trabalho, prédios e instalações comerciais, etc), quando utilizar estrutura de transporte público ou tocar superfícies e objetos de uso compartilhado.
• Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com lenço ou com a parte interna do cotovelo.
• Não tocar olhos, nariz, boca ou a máscara de proteção fácil com as mãos não higienizadas.
• Se tocar olhos, nariz, boca ou a máscara, higienize sempre as mãos como já indicado.
• Mantenha distância mínima de 1 (um) metro entre pessoas em lugares públicos e de convívio social. Evite abraços, beijos e apertos de mãos.
• Higienize com frequência o celular, brinquedos das crianças e outro objetos que são utilizados com frequência.
• Não compartilhe objetos de uso pessoal como talheres, toalhas, pratos e copos.
• Mantenha os ambientes limpos e bem ventilados.
• Evite circulação desnecessária nas ruas, estádios, teatros, shoppings, shows, cinemas e igrejas.
• Durma bem e tenha uma alimentação saudável.
• Recomenda-se a utilização de máscaras em todos os ambientes.
• Estimule familiares, amigos e colegas de trabalho sobre a importância do uso de máscara e da higienização das mãos na prevenção da disseminação do vírus.
• Caso você precise viajar, siga as orientações das autoridades de saúde locais.
• Ao voltar de viagens internacionais ou locais recomenda-se: reforçar os hábitos de higiene e proteção como a utilização de máscara, higienização das mãos com água e sabão ou com álcool em gel 70% e, caso apresente sintomas de gripe, busque atendimento nos serviços de saúde, e evite contato com outras pessoas.

2 Quais são os sintomas mais comuns do novo coronavírus?

Os sintomas da COVID-19 podem variar de um resfriado a uma Síndrome Gripal-SG (presença de um quadro respiratório agudo, caracterizado por, pelo menos dois dos seguintes sintomas: sensação febril ou febre associada a dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza) até uma pneumonia severa.

Os sintomas mais comuns são:

• Tosse
• Febre
• Coriza
• Dor de garganta
• Dificuldade para respirar
• Perda de olfato (anosmia)
• Alteração do paladar (ageusia)
• Distúrbios gastrintestinais (náuseas/vômitos/diarreia)
• Cansaço (astenia)
• Diminuição do apetite (hiporexia)
• Dispneia (falta de ar)

3 Acho que estou com sintomas de Covid-19. O que fazer?

Em primeiro lugar, evite contato físico com outras pessoas, incluindo os familiares, principalmente, idosos e doentes crônicos, e utilize máscara o tempo todo.

O Ministério da Saúde orienta que a população procure imediatamente os postos de triagem nas Unidades Básicas de Saúde / UPAs ou outras unidades de saúde. Se você é cliente Unimed, procure nossas unidades de urgência e emergência, próprias ou da nossa rede credenciada.

Após encaminhamento, consulte-se com seu médico pessoal. Uma vez diagnosticado pelo médico, que poderá solicitar exames complementares, você receberá as orientações e prescrição dos medicamentos. Inicie o tratamento prescrito imediatamente.

Se uma pessoa da casa tiver diagnóstico positivo, todos os moradores devem ficar em distanciamento conforme orientação médica.

Mantenha seu médico sempre informado da evolução dos sintomas durante o tratamento e siga suas recomendações.

4 Qual é o tratamento contra o novo coronavírus?

O médico irá prescrever o tratamento adequado após diagnóstico e, se necessário, exames complementares. Mantenha seu médico sempre informado da evolução dos sintomas durante o tratamento e siga suas recomendações.

Confira algumas recomendações do Ministério da Saúde, caso esteja doente:

. Utilize máscara o tempo todo.

. Se for preciso cozinhar, use máscara de proteção, cobrindo boca e nariz todo o tempo.

. Depois de usar o banheiro, nunca deixe de lavar as mãos com água e sabão e sempre limpe vaso mantendo a tampa fechada, pia e demais superfícies com álcool, água sanitária ou outro produto recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa – para desinfecção do ambiente.

. Separe toalhas de banho, garfos, facas, colheres, copos e outros objetos apenas para seu uso.

. O lixo produzido precisa ser separado e descartado.

. Evite compartilhar sofás e cadeiras e realize limpeza e desinfecção frequente com água sanitária ou álcool 70% ou outro produto recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa.

. Mantenha a janela aberta para circulação de ar do ambiente usado para isolamento e a porta fechada, limpe a maçaneta frequentemente com álcool 70%, água sanitária, ou outro produto recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa.

Caso o paciente não more sozinho, recomenda-se que os demais moradores da residência durmam em outro cômodo, seguindo também as seguintes recomendações:

. Mantenha a distância mínima de 1 metro entre a pessoa infectada e os demais moradores.
. Limpe os móveis da casa frequentemente com água sanitária, álcool 70% ou outro produto recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa.
. Se uma pessoa da casa tiver diagnóstico positivo, todos os moradores devem ficar em distanciamento conforme orientação médica.

5 Ainda preciso usar máscara sempre que sair de casa?

Sim, o decreto do prefeito Marcelo Crivella obrigando o uso de máscaras de proteção está em vigor desde o dia 23/4. A OMS também divulgou, em 5/6, novas recomendações que incluem:

. O uso de máscaras por todas as pessoas onde houver transmissão ampla da doença e em situações em que o distanciamento social não é possível, como no transporte público;
. Em áreas com transmissão comunitária, a recomendação é que pessoas com 60 anos ou mais ou com doenças pré-existentes usem máscara médica em situações em que o distanciamento físico não é possível;
. Em áreas com ampla transmissão, a OMS aconselha máscaras médicas para todas as pessoas que trabalham nas áreas clínicas de uma unidade de saúde, não apenas para os trabalhadores que lidam com pacientes com Covid-19.

A utilização impede a disseminação de gotículas expelidas pelo nariz ou pela boca, garantindo uma barreira física que pode auxiliar na diminuição de casos. Máscaras caseiras devem ser priorizadas pela população, deixando as profissionais (cirúrgica e N95) apenas para profissionais da saúde ou outro grupo de trabalhador para o qual exista a previsão legal do uso deste EPI.

É importante reforçar que o uso da máscara caseira ajuda na prevenção da Covid-19 desde que associada a outras medidas de prevenção, como o distanciamento social, o cumprimento da etiqueta respiratória, a higienização das mãos e a limpeza e desinfeção de ambientes.

6 Quais orientações da OMS para o uso correto da máscara e o material que deve ser utilizado?

A OMS divulgou, em 5/6, orientações sobre a forma adequada de usar máscaras:

• Antes de usar a máscara, lave as mãos com águas e sabão ou use álcool em gel;
• Examine a máscara antes de colocá-la: se estiver danificada ou suja, não use;
• Coloque a máscara de forma que ela cubra a boca, o nariz e o queixo. Se assegure de que não há espaços entre o seu rosto e a máscara;
• Não toque na máscara enquanto estiver usando, para evitar contaminação;
• Se tocar na máscara acidentalmente, limpe as mãos;
• Antes de retirar a máscara, limpe as mãos com álcool ou lave com água e sabão;
• Ao retirar a máscara, incline-se ligeiramente para a frente e pegue na máscara pelos elásticos, na parte que está atrás da orelha, sem tocar a frente;
• Depois de retirá-la, lave as mãos novamente;
• Se a máscara for de pano, lave com sabão e água, de preferência quente.

A entidade divulgou ainda novas orientações sobre o material de que devem ser feitas as máscaras de pano:

• As máscaras devem ter, idealmente, no mínimo três camadas de tecido;
• A camada exterior deve ser feita de um material resistente à água, como o polipropileno, poliéster ou uma mistura deles;
• A camada do meio deve agir como um filtro e pode ser feita de um material sintético, como o polipropileno, ou de uma camada extra de algodão;
• A camada interior deve ser feita de um material que absorva a água, como o algodão.

Em caso de dúvidas sobre confecção, contraindicação, tipos de tecido, forma de uso, acesse o documento Orientações gerais – Máscaras faciais de uso não profissional, elaborado pela Anvisa (ver aqui).

7 Quando é necessária a realização do teste? O plano cobre?

Desde 14/8, os usuários de planos de saúde podem fazer o teste sorológico (IgG ou anticorpos totais) a partir do oitavo dia de sintomas da doença, com pedido médico.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decidiu incorporar de forma extraordinária ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde os testes sorológicos para detectar a presença de anticorpos produzidos pelo organismo após exposição ao novo Coronavírus.

O teste pode ser solicitado pelo médico assistente, quando preenchido um dos critérios do Grupo I e nenhum dos critérios do Grupo II destacados a seguir:

Grupo I (critérios de inclusão):
a) Pacientes com Síndrome Gripal (SG) ou Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) a partir do oitavo dia do início dos sintomas
b) Crianças ou adolescentes com quadro suspeito de Síndrome Multissistêmica Inflamatória pós-infecção pelo SARS-Cov2

Grupo II (critérios de exclusão):
a) RT-PCR prévio positivo para SARS-CoV-2
b) Pacientes que já tenham realizado o teste sorológico, com resultado positivo
c) Pacientes que tenham realizado o teste sorológico, com resultado negativo, há menos de 1 semana (exceto para os pacientes que se enquadrem no item b do Grupo I)
d) Testes rápidos
e) Pacientes cuja prescrição tem finalidade de rastreamento (screening), retorno ao trabalho, pré-operatório, controle de cura ou contato próximo/domiciliar com caso confirmado
f) Verificação de imunidade pós-vacinal

Confira abaixo a descrição das condições que caracterizam Síndrome Gripal e Síndrome Respiratória Aguda Grave:

Síndrome Gripal (SG): Indivíduo com quadro respiratório agudo, caracterizado por pelo menos dois dos seguintes sinais e sintomas: febre (mesmo que referida), calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza, distúrbios olfativos ou distúrbios gustativos. Em crianças: além dos itens anteriores considera-se também obstrução nasal, na ausência de outro diagnóstico específico. Em idosos: deve-se considerar também critérios específicos de agravamento como sincope, confusão mental, sonolência excessiva, irritabilidade e inapetência.

Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG): Indivíduo com SG que apresente: dispneia/desconforto respiratório OU pressão persistente no tórax OU saturação de O2 menor que 95% em ar ambiente OU coloração azulada dos lábios ou rosto. Em crianças: além dos itens anteriores, observar os batimentos de asa de nariz, cianose, tiragem intercostal, desidratação e inapetência.

8 Devo ir a consultas e exames que não são urgentes, mas estão agendados?

Sim, você deve continuar cuidando da sua saúde. Sempre que possível, procure aconselhamento médico por telefone ou outras tecnologias que possibilitem, de forma não presencial, a troca de informações para diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças. Para os clientes da Unimed-Rio, as consultas podem ser feitas por telemedicina. Saiba mais aqui. É bem simples, rápido e seguro.

SOBRE O RIO

1. O que já foi liberado na Cidade do Rio de Janeiro?

A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro anunciou no dia 1º de junho a retomada gradual e responsável das atividades econômicas na cidade. Confira o que já foi liberado em cada fase. A Fase Conservadora, considerada a última etapa do plano de flexibilização, deve ser iniciada em 15 de outubro.

Fase 1:

. Atividades esportivas em centros de treinamento;

. Atividades esportivas nos calçadões;

. Atividade aquática individual no mar ( como natação ou surfe);

. Celebrações em igrejas (com protocolo de desinfecção);

. Lojas de móveis e decorações;

. Concessionárias de automóveis.

. Na primeira fase, não foram permitidas atividades na faixa de areia, como o aluguel de barracas de praia ou as escolinhas de esportes. Saunas e piscinas continuam vedadas.

Fase 2:

. Shoppings entre 12h e 20h, com restrições de movimentação;

. Competições esportivas com portões fechados.

Fase 3:

. Todos os comércios, com restrição de circulação;

. Bares e restaurantes abertos, com 50% da capacidade;

. Academias abertas com agendamento e distanciamento;

. Luta e dança, sem contato físico;

. Atividades de crossfit;

. Creches, desde que pais estejam trabalhando;

. Salões de beleza, tatuagem e estética, com restrições;

. Praias e parques abertos, sem aluguel de cadeira e barraca;

. Áreas de lazer;

. Atividades culturais em espaço aberto, sem aglomeração;

. Competições esportivas com portões fechados.

Fase 4:

. Pontos turísticos com um terço da capacidade;

. Atividade em espaço cultural fechado, com restrição de capacidade.

Fase 5:

. Diminuição de restrições de capacidade em quase todos setores (bares, restaurantes, estádios, cinemas, etc);

. Liberação de banhista nas praias, mas apenas na água;

. Parques abertos, sem aglomeração.

Fase 6A:

. Poderão reabrir museus, galerias de artes, parques de diversão, bibliotecas e centros culturais, mas seguindo as regras de ouro;

. Liberado o horário de funcionamento do comércio de rua, galerias e centros comerciais, desde que seguidas as regras de ouro;

. Na área de educação, podem voltar presencialmente os cursos de profissionalização e capacitação;

. A prefeitura permitiu ainda o funcionamento das casas de festas infantis, com restrição de um terço da capacidade;

. Também foram reabertos os espaços kids (para crianças) dos shoppings. Como critério de segurança, esses estabelecimentos terão que afixar na entrada qual é a sua capacidade e qual a limitação naquele dia de acordo com o critério de um terço;

. Cinemas, teatros e anfiteatros foram liberados a partir de 14/9, respeitando o limite de 50% da capacidade e com lugares marcados.

Fase 6B:

. Eventos em áreas abertas, shows e festas em locais fechados, com um terço da capacidade de público.

. Permitida música ao vivo, sem pista de dança, em bares e restaurantes.

. Estão liberados lonas, circos e feiras culturais, com o cumprimento das regras de ouro, sem ultrapassar a regra de 4 m² por pessoa.

2. O que ainda não foi liberado no Rio?

. Banho de sol na praia

. Pista de dança em qualquer estabelecimento

. Sistema self-service em restaurantes

. Venda de bebidas alcoólicas, por bares, lanchonetes, restaurantes e quiosques, para o consumo externo dos clientes, a partir de 22h

. Prestação de serviços na areia da praia pelos quiosques

. Venda de bebida por ambulantes

. Aluguel de cadeiras e guarda-sóis

. Aulas de hidroginástica

. Estacionamento na orla aos sábados, domingos e feriados

. Boates

. Rodas de samba

. Ensaios e eventos em escolas de samba

3. Quais são as regras de ouro estipuladas pela Prefeitura do Rio?
  1. Higienizar as mãos antes e depois de cada atividade usando água e sabão líquido ou, quando não for possível, álcool 70% em gel.
  2. Em áreas de circulação, incluindo banheiros, disponibilizar álcool 70% em gel, dispensadores de sabão líquido e de papel-toalha descartável e lixeiras com tampa, sem acionamento manual.
  3. Usar obrigatoriamente máscara em todas as áreas comuns, e só retirar durante as refeições.
  4. Obedecer ao distanciamento de dois metros ou quatro metros quadrados por pessoa, evitando o uso do elevador.
  5. Manter os ambientes arejados com as janelas e portas abertas e a limpeza dos aparelhos de ar-condicionado em dia.
  6. Providenciar máscaras, luvas de borracha, toucas e outros equipamentos de proteção individual (EPIs) para as equipes de limpeza e demais funcionários, de acordo com a atividade exercida.
  7. Reforçar a sensibilização sobre a etiqueta respiratória, a ser adotada em caso de tosse ou espirros: proteger aboca e o nariz com lenço de papel descartável ou o braço, evitando tocar o rosto.
  8. Encaminhar à assistência médica o funcionário ou colaborador que apresente sintomas da Covid-19.
  9. Fazer a limpeza concorrente a cada três horas e a limpeza terminal após o expediente, com atenção à necessidade da limpeza imediata**.
  10. Divulgar em pontos estratégicos os materiais educativos e outros meios de informação sobre as medidas de prevenção à Covid-19, como as Regras de Ouro e a Central 1746.
4. Onde eu posso ter acesso aos casos de Covid-19 por bairro do Rio?

A Prefeitura do Rio disponibiliza um painel com atualização diária.

Acesse aqui.

5. A praia está liberada?

A praia está liberada apenas para banho de mar e práticas esportivas na água e no calçadão. A permanência na areia segue proibida pela Prefeitura do Rio, assim como aluguel de cadeiras e guarda-sóis e prestação de serviços na areia da praia pelos quiosques. Para evitar aglomeração, a Prefeitura proibiu ainda o estacionamento na orla aos sábados, domingos e feriados.

6. Já posso fazer algum programa cultural no fim de semana?

Museus, galerias de artes, parques de diversão, bibliotecas e centros culturais estão liberados desde 1º de setembro.

Também tiveram a proibição suspensa, a partir de 14 de setembro, cinemas, teatros e anfiteatros, respeitando o limite de 50% da capacidade e com lugares marcados. A Prefeitura liberou, no fim de setembro, o consumo e a venda de bebidas e alimentos nestes estabelecimentos, o que estava proibido, e os cinemas reabriram em 1º de outubro.

 Já estão liberados também lonas, circos, feiras culturais e casas de show com o cumprimento das regras de ouro.

7. Os parques e praças estão liberados?

Parques e praças estão liberados apenas para a prática de atividades físicas. Estão proibidas as práticas de piquenique, comemorações e eventos.

8. Onde devo usar máscara agora?

O decreto do prefeito Marcelo Crivella obrigando o uso de máscaras de proteção está em vigor desde o dia 23/4.

O texto do município tornou obrigatório o uso de máscaras em serviços essenciais, como mercados e farmácias, e também em transportes públicos ou privados que levem passageiros.

Consta no decreto que o item deverá ser utilizado, inclusive, em bens públicos. São considerados como bens públicos, de acordo com o texto: lagoas, rios, mares, estradas, ruas e praças.

Já a OMS recomenda uso de máscaras por todas as pessoas onde houver transmissão ampla da doença e em situações em que o distanciamento social não é possível.

9. Há previsão de volta às aulas?

ESCOLAS PARTICULARES
A Justiça do Trabalho autorizou, no dia 13/9, o retorno das aulas presenciais nas escolas particulares do Estado do Rio a partir de 14/9. Nos colégios particulares da capital, a Justiça autorizou a volta às aulas em 30/9.

ESCOLAS ESTADUAIS
Nas escolas e nas universidades estaduais, o retorno está previsto para outubro, sem data definida.

ESCOLAS MUNICIPAIS
A prefeitura ainda não definiu a volta dos alunos nas escolas municipais, que reabriram somente para o trabalho interno.

10. Onde posso fazer teste gratuito do novo coronavírus no Rio?

Os testes operados pela Secretaria de Estado de Saúde, em parceria com o Dados do Bem, são feitos no posto do Detran, no Largo do Machado. A tenda funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h no endereço: Rua do Catete, 325.

O local de testagem só pode ser acessado pelas pessoas que recebem o voucher de confirmação pelo aplicativo Dados do Bem.  No aplicativo, o usuário preenche um cadastro, responde um questionário de autoavaliação, com perguntas sobre sintomas associados à Covid-19 e histórico de saúde. Uma parte das pessoas cujas respostas ao questionário apontam para alta probabilidade de Covid-19 é chamada para a realização dos testes imunosorológicos.

É necessário levar o celular com o voucher (um QR code) e a carteira de identidade. O resultado é enviado ao usuário por meio do aplicativo.

Quem possui plano de saúde, pode fazer o teste sorológico (IgG ou anticorpos totais) a partir do oitavo dia de sintoma, mediante pedido médico, nos laboratórios credenciados que oferecem o exame.

VÍDEOS

Confira aqui dicas de como se prevenir e aprenda as melhores práticas para lidar com o Novo Coronavírus. Dê o play e assista!

Por que o coronavírus se espalha com tanta facilidade e rapidez?

Tabela ajuda a avaliar risco de covid-19 em eventos sociais

Por que grupo de cientistas diz que covid-19 é sindemia

PODCASTS

Confira aqui nossos Podcasts sobre saúde e mercado.

Novos comportamentos e suas implicações para as marcas
Com Beatriz Montenegro, pesquisadora do Twitter Brasil

Retorno às aulas: o que você precisa saber
Com Dr. Edimilson Migowski, pediatra, infectologista e professor de Doenças Infecciosas da UFRJ

A relação entre obesidade e a Covid-19
Com Dr. Roberto Assumpção, médico endocrinologista e cooperado da Unimed-Rio

SAÚDE MENTAL

Confira aqui nossa série de vídeos sobre saúde mental. Dê o play e assista!

Importância da atividade física para a Saúde Mental

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FAQ

SOBRE
O que é o coronavírus?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), coronavírus é uma família de vírus que pode causar doenças em animais ou humanos. Em humanos, esses vírus provocam infecções respiratórias que podem ser desde um resfriado comum até doenças mais severas como a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS). O novo coronavírus causa a doença chamada COVID-19.

O que é COVID-19?

COVID-19 é a doença infecciosa causada pelo mais recente coronavírus descoberto. O vírus e a doença eram desconhecidos antes do surto iniciado em Wuhan, na China, em dezembro de 2019. Covid-19 agora é uma pandemia que afeta diversos países no mundo inteiro.

Quais são os sintomas da COVID-19?

Os sintomas da Covid-19 podem variar de um resfriado, a uma Síndrome Gripal-SG (presença de um quadro respiratório agudo, caracterizado por, pelo menos dois dos seguintes sintomas: sensação febril ou febre associada a dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza) até uma pneumonia severa.

Os sintomas mais comuns são:

• Tosse
• Febre
• Coriza
• Dor de garganta
• Dificuldade para respirar
• Perda de olfato (anosmia)
• Alteração do paladar (ageusia)
• Distúrbios gastrintestinais (náuseas/vômitos/diarreia)
• Cansaço (astenia)
• Diminuição do apetite (hiporexia)
• Dispneia ( falta de ar)

Quão grave é a COVID-19?

Algumas pessoas infectadas pelo vírus podem não apresentar sintomas ou apresentar sintomas discretos. A maioria das pessoas infectadas (cerca de 80%) se recupera da doença sem precisar de tratamento especial. Cerca de uma em cada cinco pessoas com COVID-19 pode desenvolver a doença em sua forma mais grave. Pessoas idosas e/ou com comorbidades, ou seja, outras doenças associadas como por exemplo: pressão alta, problemas cardíacos, diabetes e pessoas em tratamento para câncer, têm maior probabilidade de desenvolver a doença de forma grave.

No entanto, qualquer pessoa pode pegar COVID-19 e ficar gravemente doente. Pessoas de todas as idades que apresentam febre e/ou tosse associada a dificuldade para respirar/falta de ar, dor/pressão no peito ou perda da fala ou movimento devem procurar atendimento médico imediatamente.

Como a COVID-19 é transmitida? Posso pegar pelo ar?

A doença se espalha principalmente de pessoa para pessoa por meio de pequenas gotículas do nariz ou da boca, que são expelidas quando uma pessoa com COVID-19 tosse, espirra ou fala. Essas gotas são relativamente pesadas, não se movimentam muito, e rapidamente caem no chão. Mas, ao respirar essas gotículas de alguém infectada com o vírus, há risco pegar COVID-19. É por isso que é importante ficar a pelo menos 1 metro de distância de outras pessoas.

Além disso, essas gotas podem cair em objetos e superfícies ao redor da pessoa, como mesas, maçanetas e corrimãos. Ao tocar nesses objetos ou superfícies e, em seguida, nos olhos, nariz ou boca, há também chance de infecção. É por isso que é importante lavar as mãos regularmente com água e sabão ou limpar com um produto à base de álcool.

Novas pesquisas sobre as formas de transmissão ainda estão sendo realizadas e a OMS continuará compartilhando as descobertas atualizadas.

Pessoas sem sintomas podem transmitir o coronavírus?

Alguns relatórios indicam que pessoas sem sintomas podem transmitir o vírus. Ainda não se sabe com que frequência isso acontece.

A COVID-19 é transmitido principalmente através de gotículas respiratórias expelidas por alguém que está tossindo ou apresentando outros sintomas, como febre ou cansaço. Muitas pessoas com COVID-19 apresentam apenas sintomas leves e é possível contrair COVID-19 de alguém que tem apenas uma tosse leve e não se sinta doente.

A OMS está avaliando pesquisas em andamento sobre o tema e continuará a compartilhar descobertas atualizadas.

Quem corre mais risco de contágio do novo coronavírus?

Pessoas idosas e pessoas com condições médicas pré-existentes (como pressão alta, doenças cardíacas, doenças pulmonares, câncer ou diabete) estão mais suscetíveis a desenvolver casos mais severos de COVID-19.

Segundo a OMS, pesquisas indicam que crianças e adolescentes têm tanta probabilidade de se infectar quanto qualquer outra faixa etária e podem propagar a doença. As evidências até o momento sugerem que crianças e adultos jovens têm menos probabilidade de desenvolver doenças graves, mas casos graves ainda podem ocorrer nessas faixas etárias.

Crianças e adultos devem seguir as mesmas orientações quanto à quarentena e ao isolamento se houver risco de exposição ou de sintomas. É particularmente importante que as crianças evitem o contato com pessoas mais velhas e outras pessoas que estejam sob risco de doenças mais graves.

Quanto tempo leva após a exposição ao COVID-19 para desenvolver sintomas?

O tempo entre a exposição ao COVID-19 e o momento em que os sintomas começam é comumente em torno de cinco a seis dias, mas pode variar de 1 a 14 dias.

É seguro receber um pacote de qualquer área em que a COVID-19 tenha sido notificada?

Sim. A probabilidade de uma pessoa infectada contaminar mercadorias comerciais é baixa e o risco de pegar o vírus que causa a COVID-19 em um pacote que foi movido, transportado e exposto a diferentes condições e temperaturas também é baixo.

Posso pegar COVID-19 do meu animal de estimação ou de outros animais?

Vários cães e gatos em contato com humanos infectados apresentaram resultados positivos para COVID-19. Além disso, os furões parecem ser suscetíveis à infecção. Em condições experimentais, tanto gatos quanto furões foram capazes de transmitir a infecção a outros animais da mesma espécie.

No entanto, não há evidências de que esses animais possam transmitir a doença para humanos e disseminar COVID-19. A COVID-19 se espalha principalmente por meio de gotículas produzidas quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala.

Visons (animal que se assemelha às doninhas) criados em fazendas também foram detectados com o vírus. Muito provavelmente, eles foram infectados por trabalhadores agrícolas. Em alguns casos, os visons infectados por humanos transmitiram o vírus a outras pessoas. Estes foram os primeiros casos relatados de transmissão de animal para humano.

Ainda é recomendado que pessoas que estão doentes com COVID-19 e pessoas que estão em risco limitem o contato com companheiros e outros animais. Ao manusear e cuidar dos animais, medidas básicas de higiene devem ser sempre implementadas. Isso inclui lavar as mãos após manusear os animais, seus alimentos ou suprimentos, bem como evitar beijar, lamber ou compartilhar alimentos.

Quanto tempo o coronavírus sobrevive nas superfícies?

A coisa mais importante a saber sobre o coronavírus em superfícies é que elas podem ser facilmente limpas com desinfetantes domésticos comuns que matam o vírus. Estudos mostraram que o vírus COVID-19 pode sobreviver por até 72 horas em plástico e aço inoxidável, menos de 24 horas em papelão e menos de 4 horas em cobre.

Sempre limpe as mãos com um produto à base de álcool ou lave-as com água e sabão. Além disso, evite tocar em seus olhos, boca ou nariz.

O que é imunidade de rebanho?

A imunidade do rebanho é a proteção indireta dos indivíduos de uma doença infecciosa quando uma alta proporção da população está imune (geralmente por vacinação). Pessoas que não foram infectadas, ou que não tiveram uma boa resposta imunológica, estão protegidas porque existem pessoas imunes suficientes ao seu redor para retardar ou interromper a transmissão de pessoa para pessoa.

Vamos dar o exemplo do sarampo, que é uma doença infecciosa infantil muito comum, para a qual existe uma vacina muito eficaz. Para conseguir imunidade de rebanho na população para o sarampo, é preciso que cerca de 95% das pessoas tenham imunidade ou anticorpos. Mesmo que você tenha 5% das crianças não vacinadas, essas outras pessoas têm proteção suficiente na população para evitar que o vírus do sarampo passe de uma pessoa para outra. É como ter uma barreira de pessoas que estão protegidas, que quebram essa cadeia de transmissão. Então, você não precisa que cada pessoa na população seja necessariamente protegida.

A OMS descartou, em agosto, a imunidade de rebanho como forma de superar a pandemia do novo coronavírus. Segundo a Organização, estudos revelam que, em média, 90% da população do planeta continua suscetível ao vírus. Análises em mais de 50 países indicaram que menos 10% da população apresenta algum tipo de evidência da presença de anticorpos e, mesmo entre os profissionais e pessoas mais exposta ao vírus, a taxa não passa de 20% ou 25%.

É seguro viajar de avião?

Além de medidas como exigência do uso de máscaras desde a chegada ao aeroporto e suspensão do serviço de bordo em voos domésticos, companhias aéreas passaram a adotar um processo de higienização mais profundo das cabines entre um voo e outro.

Segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês), quase todos os aviões atualmente têm filtros de ar sofisticados que capturam 99,99% das partículas, incluindo vírus como o COVID-19. O ar da cabine também é substituído por ar fresco externo renovado a cada dois ou três minutos. Segundo a Iata, isso significa que o que você respira a bordo tem a mesma qualidade de uma sala de cirurgia de um hospital.

Os procedimentos de segurança sanitária adotados pelas companhias aéreas e o uso de equipamentos de última geração, no entanto, devem ser acompanhados de cuidados dos próprios viajantes. Segundo a OMS, medidas como limpar as mãos com frequência, tossir ou espirrar no cotovelo ou lenço dobrado e tentar manter uma distância física de pelo menos um metro de outra pessoa.

A Iata recomenda ainda fazer check-in online para minimizar o contato no aeroporto.

A OMS recomenda que pessoas com diagnóstico confirmado de casos de COVID-19 devem ficar isoladas e não viajem. Qualquer pessoa que teve contato com outra pessoa confirmada com casos COVID-19 deve ficar em quarentena e também não deve viajar. Pessoas com 60 anos ou mais e aqueles com doenças crônicas graves ou condições de saúde subjacentes devem tentar adiar a viagem ou tomar precauções especiais, além de usar uma máscara facial médica continuamente durante a viagem.

Para quais países posso viajar?

Pelo menos 47 países e territórios não tinham, no fim de agosto, restrições expressas a entradas de viajantes brasileiros a lazer, em voos que partem do Brasil, segundo lista da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês).

Confira a lista atualizada de países (em inglês) aqui.

É importante ficar atento às exigências de cada país. Desses 47 destinos, por exemplo, 35 exigem algum tipo de testagem negativa para COVID-19, seja realizada antes do voo, seja no momento do desembarque (quando, em certos casos, é cobrado à parte). A triagem com questionário sobre condições de saúde, sintomas e medição de temperatura é outro requisito comum. Em alguns países, há exigência de quarentena por 14 dias.

Como deve ser notificado um caso de novo coronavírus?

Os casos devem ser notificados por profissionais e instituições de saúde do setor público ou privado, em todo o território nacional, segundo legislação nacional vigente, dentro do prazo de 24 horas a partir da suspeita inicial do caso ou óbito.

Há riscos maiores para grávidas? E para o bebê?

Mulheres grávidas ou mulheres recentemente grávidas que são mais velhas, com sobrepeso e têm condições médicas pré-existentes, como hipertensão e diabetes, parecem ter um risco aumentado de desenvolver COVID-19 grave. Quando as mulheres grávidas desenvolvem a doença grave, elas também parecem necessitar mais frequentemente de cuidados em unidades de terapia intensiva do que as mulheres não grávidas em idade reprodutiva.

Devido às mudanças em seus corpos e sistemas imunológicos, sabemos que as mulheres grávidas podem ser gravemente afetadas por algumas infecções respiratórias. Portanto, é importante que eles tomem precauções para se protegerem contra COVID-19 e relatem possíveis sintomas (incluindo febre, tosse ou dificuldade em respirar) ao seu médico.

Segundo a OMS, ainda não se sabe se uma mulher grávida com COVID-19 pode transmitir o vírus ao feto ou bebê durante a gravidez ou parto. Até o momento, o vírus ativo não foi encontrado em amostras de fluido ao redor do bebê no útero ou no leite materno.

Além disso, a transmissão do COVID-19 ativo (vírus que pode causar infecção) através do leite materno e da amamentação não foi detectada até o momento. Por isso, não há razão para evitar ou interromper a amamentação.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
Onde posso ter acesso aos números atualizados de casos no Brasil e no mundo?

Diariamente, o Ministério da Saúde atualiza a quantidade de casos recuperados e casos e óbitos confirmados da COVID-19 no Brasil. Os dados estão disponíveis em covid.saude.gov.br.

Para os casos internacionais, a Organização Mundial da Saúde possui um painel, em inglês, também atualizado diariamente. Confira em covid19.who.int.

Como é realizado o diagnóstico de COVID-19?

O diagnóstico da Covid-19 pode ser realizado a partir dos seguintes critérios:

1 – O DIAGNÓSTICO CLÍNICO é realizado pelo médico atendente, que deve avaliar a possibilidade da doença, principalmente, em pacientes com a associação dos seguintes sinais e sintomas:
• Febre, que pode estar presente no momento do exame clínico ou referida pelo paciente (sensação febril) de ocorrência recente.
• Sintomas do trato respiratório (por exemplo, tosse, dispneia, coriza, dor de garganta)
• Outros sintomas consistentes incluindo, mialgias, distúrbios gastrointestinais (diarreia/náuseas/vômitos), perda ou diminuição do olfato (anosmia) ou perda ou diminuição do paladar (ageusia).
Em crianças, além dos itens anteriores, considera-se também a obstrução nasal, a desidratação e a falta de apetite (inapetência), na ausência de outro diagnóstico específico.
Em idosos, deve-se considerar também, critérios específicos de agravamento como: síncope (desmaio ou perda temporária de consciência), confusão mental, sonolência excessiva, irritabilidade e falta de apetite (inapetência).
O diagnóstico clínico da doença, também deve ser considerado em pacientes com doença grave do trato respiratório inferior sem causa clara, como é o caso de pacientes que se apresentem em Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Nesta síndrome o indivíduo apresenta-se em franca dispneia/desconforto respiratório/dificuldade para respirar com saturação de oxigênio (O2) menor do que 95% em ar ambiente ou coloração azulada dos lábios ou rosto (cianose) ou queixa de pressão persistente no tórax.
Em crianças, a SRAG apresenta-se com os sinais e sintomas anteriores, devendo ser observados sinais característicos de esforço respiratório, tais como, os batimentos de asa de nariz, tiragem intercostal, e, por fim, alteração na coloração das extremidades que ficam azuladas (cianose).

2 – O DIAGNÓSTICO CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO é realizado pelo médico atendente no qual considera-se:
• casos de paciente com a associação dos sinais e sintomas supracitados ou SRAG MAIS histórico de contato próximo ou domiciliar, nos últimos 14 dias antes do aparecimento dos sintomas, com caso confirmado laboratorialmente para COVID-19 e para o qual não foi possível realizar a investigação laboratorial específica.

3 – DIAGNÓSTICO CLÍNICO-IMAGEM:
• caso de sintomas respiratório mais febre ou SRAG ou óbito por SRAG que não foi possível confirmar ou descartar por critério laboratorial E que apresente alterações tomográficas.

4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL – Caso o paciente apresente os sintomas respiratórios mais febre ou SRAG. O profissional de saúde poderá solicitar os seguintes exames laboratoriais:
• De biologia molecular, (RT-PCR em tempo real) que diagnostica tanto a COVID-19, a Influenza ou a presença de Vírus Sincicial Respiratório (VSR) normalmente até o oitavo dia de início de sintomas.
• Imunológico, que detecta, ou não, a presença de anticorpos em amostras coletadas a partir do oitavo dia de início dos sintomas. Sendo eles:
• Ensaio imunoenzimático (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay – ELISA);
• Imunocromatografia (teste rápido) para detecção de anticorpos;
• Imunoensaio por Eletroquimioluminescência (ECLIA).
• Pesquisa de antígenos: resultado reagente para SARS-CoV-2 pelo método de Imunocromatografia para detecção de antígeno.

5 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL EM INDIVÍDUO ASSINTOMÁTICO (pessoa sem sintomas) que realizou:
• Exame de Biologia Molecular com resultado DETECTÁVEL para SARS-CoV-2 realizado pelo método RT-PCR em tempo real.
• Exame de Imunológico com resultado REAGENTE para IgM e/ou IgA realizado pelos seguintes métodos: Ensaio imunoenzimático (ELISA) e Imunocromatografia (teste rápido) para detecção de anticorpos.

Como diferenciar gripe comum de COVID-19?

Embora os sintomas para os dois vírus sejam semelhantes, a gravidade parece ser diferente. Para Covid-19, os dados até o momento sugerem que 80% das infecções são leves ou assintomáticas, 15% são infecções graves, necessitando de oxigênio e 5% são infecções críticas, exigindo ventilação. Esses casos de infecção grave e crítica seriam maiores do que as observadas para a infecção por influenza.

Aqueles que apresentam maior risco de infecção por influenza grave são crianças, mulheres grávidas, idosos, pessoas com condições médicas crônicas e pessoas imunossuprimidas. Para COVID-19, o entendimento atual da OMS é que a idade avançada e as condições crônicas aumentam o risco de infecção grave.

A mortalidade para COVID-19 parece maior do que para influenza, especialmente influenza sazonal. Embora a mortalidade de COVID-19 leve algum tempo para ser totalmente compreendida, os dados até agora indicam que a taxa de mortalidade bruta (o número de mortes relatadas dividido pelos casos relatados) está entre 3-4%. Para a influenza sazonal, a mortalidade é geralmente bem abaixo de 0,1%. No entanto, a OMS destaca que a mortalidade é em grande medida determinada pelo acesso e qualidade dos cuidados de saúde.

Qual é o período de incubação do coronavírus?

Um período de incubação é o tempo entre ser infectado e o início dos sintomas da doença. As estimativas atuais sugerem que os sintomas da COVID-19 geralmente aparecem em torno de cinco a seis dias, mas pode variar de 1 a 14 dias.

Quando se deve procurar o serviço de saúde?

Se você tem qualquer sintoma de COVID-19 – tosse, febre, coriza, dor de garganta, dificuldade para respirar, perda de olfato, alteração do paladar, distúrbios gastrintestinais (náuseas/vômitos/diarreia), cansaço, diminuição do apetite, falta de ar – evite, em primeiro lugar, contato físico com outras pessoas, incluindo os familiares, principalmente, idosos e doentes crônicos, e utilize máscara o tempo todo.

O Ministério da Saúde orienta que a população procure imediatamente os postos de triagem nas Unidades Básicas de Saúde / UPAs ou outras unidades de saúde. Se você é cliente Unimed, procure nossas unidades de urgência e emergência, próprias ou da nossa rede credenciada.

Após encaminhamento, consulte-se com seu médico pessoal. Uma vez diagnosticado pelo médico, que poderá solicitar exames complementares, você receberá as orientações e prescrição dos medicamentos. Inicie o tratamento prescrito imediatamente.

Se uma pessoa da casa tiver diagnóstico positivo, todos os moradores devem ficar em distanciamento conforme orientação médica.

Mantenha seu médico sempre informado da evolução dos sintomas durante o tratamento e siga suas recomendações.

O que devo fazer se acho que tenho coronavírus ou alguém da minha família?

Em primeiro lugar, evite contato físico com outras pessoas, incluindo os familiares, principalmente, idosos e doentes crônicos, e utilize máscara o tempo todo.

O Ministério da Saúde orienta que a população procure imediatamente os postos de triagem nas Unidades Básicas de Saúde / UPAs ou outras unidades de saúde. Se você é cliente Unimed, procure nossas unidades de urgência e emergência, próprias ou da nossa rede credenciada.

Após encaminhamento, consulte-se com seu médico pessoal. Uma vez diagnosticado pelo médico, que poderá solicitar exames complementares, você receberá as orientações e prescrição dos medicamentos. Inicie o tratamento prescrito imediatamente.

Se uma pessoa da casa tiver diagnóstico positivo, todos os moradores devem ficar em distanciamento conforme orientação médica.

Mantenha seu médico sempre informado da evolução dos sintomas durante o tratamento e siga suas recomendações.

Quando é indicado fazer o teste de novo coronavírus? O plano cobre?

Desde 14/8, os usuários de planos de saúde podem fazer o teste sorológico (IgG ou anticorpos totais) a partir do oitavo dia de sintomas da doença, com pedido médico.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decidiu incorporar de forma extraordinária ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde os testes sorológicos para detectar a presença de anticorpos produzidos pelo organismo após exposição ao novo Coronavírus.

O teste pode ser solicitado pelo médico assistente, quando preenchido um dos critérios do Grupo I e nenhum dos critérios do Grupo II destacados a seguir:

Grupo I (critérios de inclusão):
a) Pacientes com Síndrome Gripal (SG) ou Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) a partir do oitavo dia do início dos sintomas
b) Crianças ou adolescentes com quadro suspeito de Síndrome Multissistêmica Inflamatória pós-infecção pelo SARS-Cov2

Grupo II (critérios de exclusão):
a) RT-PCR prévio positivo para SARS-CoV-2
b) Pacientes que já tenham realizado o teste sorológico, com resultado positivo
c) Pacientes que tenham realizado o teste sorológico, com resultado negativo, há menos de 1 semana (exceto para os pacientes que se enquadrem no item b do Grupo I)
d) Testes rápidos
e) Pacientes cuja prescrição tem finalidade de rastreamento (screening), retorno ao trabalho, pré-operatório, controle de cura ou contato próximo/domiciliar com caso confirmado
f) Verificação de imunidade pós-vacinal

Confira abaixo a descrição das condições que caracterizam Síndrome Gripal e Síndrome Respiratória Aguda Grave:

Síndrome Gripal (SG): Indivíduo com quadro respiratório agudo, caracterizado por pelo menos dois dos seguintes sinais e sintomas: febre (mesmo que referida), calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza, distúrbios olfativos ou distúrbios gustativos. Em crianças: além dos itens anteriores considera-se também obstrução nasal, na ausência de outro diagnóstico específico. Em idosos: deve-se considerar também critérios específicos de agravamento como sincope, confusão mental, sonolência excessiva, irritabilidade e inapetência.

Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG): Indivíduo com SG que apresente: dispneia/desconforto respiratório OU pressão persistente no tórax OU saturação de O2 menor que 95% em ar ambiente OU coloração azulada dos lábios ou rosto. Em crianças: além dos itens anteriores, observar os batimentos de asa de nariz, cianose, tiragem intercostal, desidratação e inapetência.

O que significam IgM, IgA e IgG?

As Imunoglobulinas IgG, IgM e IgA são anticorpos. Eles agem em forma de reação imunológica a antígenos (por exemplo, as proteínas do vírus) com os quais entramos em contato ou presentes em nosso organismo.

Um teste de anticorpos positivo nos diz o seguinte:

. A pessoa foi infectada no passado com o vírus que causa COVID-19.
. Se IgM e IgG forem positivo, a infecção foi recente (nas últimas semanas).
. Se apenas o IgG estiver presente, a infecção ocorreu há mais tempo.

Um teste de anticorpos negativo pode significar o seguinte:

A pessoa não foi infectada
ou
A pessoa foi infectada recentemente (nos últimos 14 dias)
ou
A pessoa foi infectada e apresentou uma resposta de anticorpos, mas os níveis de anticorpos estão abaixo do nível de detecção do teste
ou
A pessoa foi infectada, mas eliminou o vírus sem montar uma resposta de anticorpos (ainda não demonstrado para COVID-19).

Portanto, um teste de anticorpos negativo não nos diz se uma pessoa é suscetível à infecção.

Quais são as diferenças entre os testes sorológicos (rápidos) e os testes moleculares?

O teste molecular, ou seja, um teste de PCR, detecta material genético do vírus e pode detectar se uma pessoa está atualmente infectada com o vírus COVID-19.

O teste sorológico detecta anticorpos contra o vírus, que podem indicar se uma pessoa teve uma infecção pelo vírus que causa COVID-19 no passado.

Pessoas infectadas pela COVID-19 podem ter sequelas?

Mais de sete meses após o primeiro relato da doença do novo coronavírus, o conhecimento das complicações e sequelas dessa doença aumentou substancialmente. A principal sequela nos pacientes que tiveram quadro clínico grave de COVID-19 é o desenvolvimento de fibrose pulmonar. Também foram identificadas miocardite relacionada à infecção, com redução da função sistólica e arritmias; declínio cognitivo de longo prazo, como deficiências de memória, atenção, velocidade de processamento e funcionamento, juntamente com perda neuronal difusa; encefalopatia aguda, alterações de humor, psicose, disfunção neuromuscular ou processos desmielinizantes; sequelas psicológicas relacionadas ao distanciamento social; entre outras.

Já existe remédio ou tratamento para o novo coronavírus?

Embora alguns remédios tradicionais ou caseiros possam fornecer conforto e aliviar os sintomas leves da COVID-19, não há medicamentos que tenham demonstrado prevenir ou curar a doença. A automedicação com quaisquer medicamentos, incluindo antibióticos, como prevenção ou cura para COVID-19, não é recomendada. Siga as recomendações do seu médico.

As maneiras mais eficazes de se proteger e proteger outras pessoas, atualmente, contra COVID-19 ainda são:

. Limpe suas mãos com frequência e completamente
. Evite tocar seus olhos, boca e nariz
. Cubra sua tosse com a dobra do cotovelo ou lenço de papel. Se um lenço de papel for usado, descarte-o imediatamente e lave as mãos.
. Mantenha uma distância de pelo menos 1 metro de outras pessoas.

A cloroquina pode ser usada para tratar pacientes com novo coronavírus?

Pesquisas recentes mostram que a hidroxicloroquina não resulta na redução da mortalidade de pacientes COVID-19 hospitalizados, quando comparada com o tratamento padrão.

A OMS suspendeu, em junho, os testes com hidroxicloroquina contra a COVID-19 depois que estudo com 96 mil pacientes não viu efeito contra o coronavírus e apontou maior risco de morte.

A Anvisa proibiu a venda de cloroquina e hidroxicloroquina nas farmácias?

Sim. A venda sem receita em farmácias de medicamentos como cloroquina, hidroxicloroquina, nitazoxanida e ivermectina foi proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A medida está publicada no Diário Oficial da União de 23/7/2020. De acordo com a agência, a lista poderá ser revista a qualquer momento para a inclusão de novos medicamentos, caso seja necessário.

Segundo a Anvisa, o objetivo da norma é impedir a compra indiscriminada de medicamentos que têm sido amplamente divulgados como potencialmente benéficos no combate à infecção pelo novo coronavírus, embora ainda não existam estudos conclusivos sobre o uso desses fármacos para o tratamento da doença.

A medida visa também manter os estoques destinados aos pacientes que já têm indicação médica para uso desses produtos, uma vez que os medicamentos que constam na resolução também são usados no tratamento de outras doenças, como a malária (cloroquina e hidroxicloroquina); artrite reumatoide, lúpus e outras (hidroxicloroquina); doenças parasitárias (nitazoxanida) e tratamento de infecções parasitárias (ivermectina).

É possível ser infectado mais de uma vez por coronavírus?

Ninguém sabe ainda.
O que a OMS sabe, hoje, é:
. Geralmente, uma pessoa que se recupera de uma infecção viral está protegida contra uma nova infecção, se os anticorpos forem de qualidade adequada (anticorpos neutralizantes) e quantidade (níveis elevados).
. Mudanças na sequência do vírus podem tornar a imunidade anterior menos eficaz (por exemplo, como acontece com o vírus da gripe).
. A proteção contra a reinfecção pelo resfriado comum causada por outros coronavírus mais leves é de curto prazo (às vezes menos de um ano).
. Para outros coronavírus, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), os anticorpos foram detectados alguns anos depois.
Para COVID-19, a OMS ainda não tem dados suficientes para confirmar se os anticorpos protegem, quais níveis de anticorpos são necessários ou por quanto tempo a proteção vai durar.

PREVENÇÃO
Há vacina contra o novo coronavírus?

Ainda não. Segundo o mais recente balanço da Organização Mundial da Saúde (19/10/2020), 198 pesquisas estão em desenvolvimento e 44 delas já foram registradas em fase clínica, que é a etapa de teste em humanos. Destas, 10 estão na última fase de testes (fase 3).

Que produtos de limpeza matam o vírus?

Álcool em gel 70% e água com sabão são as melhores formas de higienizar as mãos e evitar contaminação. Além desses, outros produtos de limpeza também ajudam no combate, como: água sanitária, desinfetantes em geral, limpadores multiuso com cloro, limpadores multiuso com álcool, álcool de limpeza (líquido), detergente e sabão.

Quais as recomendações atuais para prevenir o contágio do novo coronavírus?

As recomendações de prevenção à COVID-19 são as seguintes:

• Lave com frequência as mãos até a altura dos punhos, com água e sabão, ou então higienize com álcool em gel 70%. Essa frequência deve ser ampliada quando estiver em algum ambiente público (ambientes de trabalho, prédios e instalações comerciais, etc), quando utilizar estrutura de transporte público ou tocar superfícies e objetos de uso compartilhado.
• Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com lenço ou com a parte interna do cotovelo.
• Não tocar olhos, nariz, boca ou a máscara de proteção fácil com as mãos não higienizadas.
• Se tocar olhos, nariz, boca ou a máscara, higienize sempre as mãos como já indicado.
• Mantenha distância mínima de 1 (um) metro entre pessoas em lugares públicos e de convívio social. Evite abraços, beijos e apertos de mãos.
• Higienize com frequência o celular, brinquedos das crianças e outro objetos que são utilizados com frequência.
• Não compartilhe objetos de uso pessoal como talheres, toalhas, pratos e copos.
• Mantenha os ambientes limpos e bem ventilados.
• Evite circulação desnecessária nas ruas, estádios, teatros, shoppings, shows, cinemas e igrejas.
• Se estiver doente, evite contato próximo com outras pessoas, principalmente idosos e doentes crônicos, busque orientação pelos canais on-line disponibilizados pelo SUS ou atendimento nos serviços de saúde e siga as recomendações do profissional de saúde.
• Durma bem e tenha uma alimentação saudável.
• Recomenda-se a utilização de máscaras em todos os ambientes. As máscaras de tecido (caseiras/artesanais), não são Equipamentos de Proteção Individual (EPI), mas podem funcionar como uma barreira física, em especial contra a saída de gotículas potencialmente contaminadas.

Como me proteger no transporte público?

As recomendações de prevenção à COVID-19 no transporte público são as seguintes:

. Use máscara.
. Não coloque as mãos no rosto durante o trajeto (mantenha-as especialmente longe dos olhos, boca e nariz).
. Ande com álcool em gel e aplique nas mãos durante a viagem se o trajeto for longo.
. Assim que chegar ao destino, lave as mãos antes de fazer qualquer outra coisa — inclusive antes de tirar a máscara.
. E limpe com álcool em gel os objetos pessoais que tocar durante o trajeto (como chaves e o celular).
. Dê preferência de pagamento por cartões magnéticos (como o Bilhete Único), já que o uso de dinheiro ajuda a propagar a transmissão.
. Se tossir ou espirrar, cubra o rosto com o antebraço.
. Ao chegar em casa, coloque as roupas para lavar.
. Se você tiver a opção de planejar mais de uma rota diferente ao trabalho (como ir de ônibus + metrô; só de ônibus; de trem) é preferível sempre escolher a rota menos lotada. Se o nível de lotação for o mesmo, dê preferência para o meio que vá ter mais circulação de ar.
. Se você tem a opção de circular somente de ônibus em vez de usar o metrô, e a lotação de ambos os meios for a mesma, o ônibus é preferível. A circulação de ar nos trens do metrô é mais difícil do que em ônibus ou em trens de superfície.
. Evite comer e evite conversar dentro de ônibus, metrôs e trens.
. Se puder escolher seu lugar no transporte, fique longe de grupos de pessoas conversando e de pessoas comendo — que precisam retirar a máscara para fazê-lo.

No retorno das escolas, quais medidas de prevenção deve-se tomar?

Existem várias ações e requisitos que devem ser revistos e implementados para garantir a segurança das crianças e dos funcionários da escola enquanto estão na escola. Devem ser consideradas disposições especiais para o desenvolvimento da primeira infância, instituições de ensino superior ou instituições especializadas.

A OMS recomenda o seguinte:

Política, prática e infraestrutura: Certifique-se de que os recursos, políticas e infraestrutura necessários estejam em vigor para proteger a saúde e a segurança de todos os funcionários da escola, incluindo pessoas em maior risco.

Aspectos comportamentais: leve em consideração a idade e a capacidade dos alunos de compreender e respeitar as medidas adotadas. As crianças mais novas podem ter mais dificuldade em aderir ao distanciamento físico ou ao uso adequado de máscaras.

Segurança e proteção: O fechamento ou reabertura da escola pode afetar a segurança e a proteção dos alunos e as crianças mais vulneráveis podem exigir atenção especial, como durante a coleta e entrega.

Higiene e práticas diárias: Medidas de higiene das mãos e limpeza do ambiente devem ser implementadas para limitar a exposição. As escolas devem considerar o treinamento de funcionários e alunos, um cronograma para limpeza diária, disponibilidade de instalações de higiene das mãos e orientação nacional/local sobre o uso de máscaras.

Triagem e cuidado de alunos doentes, professores e outros funcionários da escola: as escolas devem aplicar a política de “ficar em casa se não estiver bem”, dispensar a exigência de um atestado médico, criar uma lista de verificação para pais/alunos/funcionários decidirem se vão à escola (levando em consideração a situação local), e considerar opções de triagem na chegada.

Comunicação com pais e alunos: As escolas devem manter os alunos e pais informados sobre as medidas que estão sendo implementadas para garantir sua colaboração e apoio.

Medidas adicionais relacionadas à escola: Garantir a continuidade ou expansão dos serviços essenciais, incluindo alimentação escolar, saúde mental e apoio psicossocial, além de checagem sobre imunização e vacinação.

Distanciamento físico: O distanciamento físico de pelo menos 1 metro entre as pessoas deve ser implementado nas instalações da escola e nas salas de aula. Isso inclui aumentar o espaçamento entre as mesas e nos recessos, intervalos e intervalos para o almoço; limitar a mistura de turmas ou grupos de idade; considerando turmas menores ou horários alternados e garantindo boa ventilação nas salas de aula.

Aprendizagem à distância: As opções de aula online devem ser adaptadas à situação.

Que medidas tomar na volta ao trabalho?

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgou, em junho, orientações para um retorno ao trabalho seguro durante a pandemia de Covid-19. De acordo com a entidade, as políticas de retorno devem ser orientadas por uma abordagem com foco nas pessoas, que coloque os direitos e as normais internacionais do trabalho no centro das estratégias econômicas, sociais e ambientais.

Veja as 10 medidas recomendadas pela OIT:

. Formar uma equipe para planejar e organizar o retorno ao trabalho
. Decidir quando reabrir, quem retornará ao trabalho e de que forma
. Adotar medidas de engenharia, organizacionais e administrativas
. Promover a limpeza e desinfecção do ambiente de trabalho de forma regular
. Prover meios para higiene pessoal
. Prover equipamentos de proteção e informar o uso correto
. Monitorar a saúde dos funcionários
. Considerar outros riscos, incluindo o psicossocial
. Revisar os planos de preparação de emergência
. Revisar e atualizar as medidas preventivas e de controle

Confira mais orientações sobre cada medida aqui (em inglês).

Adianta tomar vacina contra a gripe para prevenir a infecção por COVID-19?

A vacina contra influenza não é eficaz contra o vírus COVID-19.

No entanto, é altamente recomendável ser vacinado a cada ano para prevenir a infecção por influenza.

Que tipo de máscara evita o contágio do novo coronavírus e qual é a forma adequada de usar a máscara?

Dados científicos recentes constatam que a transmissão da COVID-19 pode ocorrer mesmo antes do indivíduo apresentar os primeiros sinais e sintomas. Por esse motivo, o Ministério da Saúde passou a recomendar o uso de máscaras faciais para todos. A utilização de máscaras impede a disseminação de gotículas expelidas do nariz ou da boca do usuário no ambiente, garantindo uma barreira física que vem auxiliando na mudança de comportamento da população e diminuição de casos.

Diante da insuficiência de insumos, foi solicitado aos cidadãos para que produzam a sua própria máscara de tecido, deixando as máscaras profissionais (cirúrgica e N95 ou similares) para os profissionais da saúde ou outro grupo de trabalhador para o qual exista a previsão legal do uso deste EPI.

O uso da máscara caseira ajuda na prevenção da COVID-19 desde que associada a outras medidas de prevenção, como:

• Distanciamento social
• Cumprimento da etiqueta respiratória
• Higienização das mãos
• Limpeza e desinfeção de ambientes

Caso você opte por confeccionar uma máscara caseira, observe as seguintes recomendações da OMS:

• As máscaras devem ter, idealmente, no mínimo três camadas de tecido;
• A camada exterior deve ser feita de um material resistente à água, como o polipropileno, poliéster ou uma mistura deles;
• A camada do meio deve agir como um filtro e pode ser feita de um material sintético, como o polipropileno, ou de uma camada extra de algodão;
• A camada interior deve ser feita de um material que absorva a água, como o algodão.

Veja as orientações sobre a forma adequada de usar máscaras:

• Antes de usar a máscara, lave as mãos com águas e sabão ou use álcool em gel;
• Examine a máscara antes de colocá-la: se estiver danificada ou suja, não use;
• Coloque a máscara de forma que ela cubra a boca, o nariz e o queixo. Se assegure de que não há espaços entre o seu rosto e a máscara;
• Não toque na máscara enquanto estiver usando, para evitar contaminação;
• Se tocar na máscara acidentalmente, limpe as mãos;
• Antes de retirar a máscara, limpe as mãos com álcool ou lave com água e sabão;
• Ao retirar a máscara, incline-se ligeiramente para a frente e pegue na máscara pelos elásticos, na parte que está atrás da orelha, sem tocar a frente;
• Depois de retirá-la, lave as mãos novamente;
• Se a máscara for de pano, lave com sabão e água, de preferência quente.

Em caso de dúvidas sobre confecção, contraindicação, tipos de tecido, forma de uso, acesse o documento Orientações gerais – Máscaras faciais de uso não profissional, elaborado pela Anvisa (ver aqui).

Preciso lavar todas as embalagens de alimentos?

Os coronavírus precisam de um hospedeiro animal ou humano vivo para se multiplicar e sobreviver e não podem se multiplicar na superfície das embalagens de alimentos. Não é necessário desinfetar os materiais de embalagem de alimentos, mas as mãos devem ser devidamente lavadas após o manuseio de embalagens e antes de comer.

Posso pegar COVID-19 comendo alimentos frescos, como frutas e vegetais?

Atualmente, não há evidências de que as pessoas possam pegar COVID-19 em alimentos, incluindo frutas e vegetais. Frutas e vegetais frescos fazem parte de uma dieta saudável e seu consumo deve ser incentivado.