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COVID-19

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Fale com a nossa assistente virtual e fique por dentro das informações e orientações sobre a pandemia do novo coronavírus.

PRINCIPAIS ORIENTAÇÕES

1 Como posso me prevenir para não pegar o vírus?

• Lave com frequência as mãos até a altura dos punhos, com água e sabão, ou então higienize com álcool em gel 70%. Essa frequência deve ser ampliada quando estiver em algum ambiente público (ambientes de trabalho, prédios e instalações comerciais, etc), quando utilizar estrutura de transporte público ou tocar superfícies e objetos de uso compartilhado.
• Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com lenço ou com a parte interna do cotovelo.
• Não tocar olhos, nariz, boca ou a máscara de proteção fácil com as mãos não higienizadas.
• Se tocar olhos, nariz, boca ou a máscara, higienize sempre as mãos como já indicado.
• Mantenha distância mínima de 1 (um) metro entre pessoas em lugares públicos e de convívio social. Evite abraços, beijos e apertos de mãos.
• Higienize com frequência o celular, brinquedos das crianças e outro objetos que são utilizados com frequência.
• Não compartilhe objetos de uso pessoal como talheres, toalhas, pratos e copos.
• Mantenha os ambientes limpos e bem ventilados.
• Evite circulação desnecessária nas ruas, estádios, teatros, shoppings, shows, cinemas e igrejas.
• Durma bem e tenha uma alimentação saudável.
• Recomenda-se a utilização de máscaras em todos os ambientes.
• Estimule familiares, amigos e colegas de trabalho sobre a importância do uso de máscara e da higienização das mãos na prevenção da disseminação do vírus.
• Caso você precise viajar, siga as orientações das autoridades de saúde locais.
• Ao voltar de viagens internacionais ou locais recomenda-se: reforçar os hábitos de higiene e proteção como a utilização de máscara, higienização das mãos com água e sabão ou com álcool em gel 70% e, caso apresente sintomas de gripe, busque atendimento nos serviços de saúde, e evite contato com outras pessoas.

2 Quais são os sintomas mais comuns do novo coronavírus?

Os sintomas da COVID-19 podem variar de um resfriado a uma Síndrome Gripal-SG (presença de um quadro respiratório agudo, caracterizado por, pelo menos dois dos seguintes sintomas: sensação febril ou febre associada a dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza) até uma pneumonia severa.

Os sintomas mais comuns são:

• Tosse
• Febre
• Coriza
• Dor de garganta
• Dificuldade para respirar
• Perda de olfato (anosmia)
• Alteração do paladar (ageusia)
• Distúrbios gastrintestinais (náuseas/vômitos/diarreia)
• Cansaço (astenia)
• Diminuição do apetite (hiporexia)
• Dispneia (falta de ar)

3 Acho que estou com sintomas de Covid-19. O que fazer?

Em primeiro lugar, evite contato físico com outras pessoas, incluindo os familiares, principalmente, idosos e doentes crônicos, e utilize máscara o tempo todo.

O Ministério da Saúde orienta que a população procure imediatamente os postos de triagem nas Unidades Básicas de Saúde / UPAs ou outras unidades de saúde. Se você é cliente Unimed, procure nossas unidades de urgência e emergência, próprias ou da nossa rede credenciada.

Após encaminhamento, consulte-se com seu médico pessoal. Uma vez diagnosticado pelo médico, que poderá solicitar exames complementares, você receberá as orientações e prescrição dos medicamentos. Inicie o tratamento prescrito imediatamente.

Se uma pessoa da casa tiver diagnóstico positivo, todos os moradores devem ficar em distanciamento conforme orientação médica.

Mantenha seu médico sempre informado da evolução dos sintomas durante o tratamento e siga suas recomendações.

4 Qual é o tratamento contra o novo coronavírus?

O médico irá prescrever o tratamento adequado após diagnóstico e, se necessário, exames complementares. Mantenha seu médico sempre informado da evolução dos sintomas durante o tratamento e siga suas recomendações.

Confira algumas recomendações do Ministério da Saúde, caso esteja doente:

. Utilize máscara o tempo todo.

. Se for preciso cozinhar, use máscara de proteção, cobrindo boca e nariz todo o tempo.

. Depois de usar o banheiro, nunca deixe de lavar as mãos com água e sabão e sempre limpe vaso mantendo a tampa fechada, pia e demais superfícies com álcool, água sanitária ou outro produto recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa – para desinfecção do ambiente.

. Separe toalhas de banho, garfos, facas, colheres, copos e outros objetos apenas para seu uso.

. O lixo produzido precisa ser separado e descartado.

. Evite compartilhar sofás e cadeiras e realize limpeza e desinfecção frequente com água sanitária ou álcool 70% ou outro produto recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa.

. Mantenha a janela aberta para circulação de ar do ambiente usado para isolamento e a porta fechada, limpe a maçaneta frequentemente com álcool 70%, água sanitária, ou outro produto recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa.

Caso o paciente não more sozinho, recomenda-se que os demais moradores da residência durmam em outro cômodo, seguindo também as seguintes recomendações:

. Mantenha a distância mínima de 1 metro entre a pessoa infectada e os demais moradores.
. Limpe os móveis da casa frequentemente com água sanitária, álcool 70% ou outro produto recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa.
. Se uma pessoa da casa tiver diagnóstico positivo, todos os moradores devem ficar em distanciamento conforme orientação médica.

5 Ainda preciso usar máscara sempre que sair de casa?

Sim. O uso de máscara facial, incluindo as de tecido, é fortemente recomendado para toda a população em ambientes coletivos, em especial no transporte público e em eventos e reuniões, como forma de proteção individual, reduzindo o risco potencial de exposição do vírus especialmente de indivíduos assintomáticos.

As máscaras não devem ser usadas por crianças menores de 2 anos ou pessoas que tenham dificuldade para respirar, estejam inconscientes, incapacitadas ou que tenham dificuldade de remover a máscara sem ajuda. Recomenda-se lavar as mãos antes de colocar a máscara, colocando-a sobre o nariz e a boca, prendendo-a sob o queixo.

A pessoa deve ajustar a máscara confortavelmente pelas laterais do rosto, e certificar-se que consegue respirar normalmente. As máscaras não devem ser colocadas em volta do pescoço ou na testa e, ao tocá-la, deve-se lavar as mãos com água e sabão ou álcool em gel 70% para desinfecção.

6 Qual tipo de máscara devo usar?

De acordo com a OMS, máscaras de tecido não médicas podem ser usadas pelo público em geral com idade inferior a 60 anos e que não apresenta problemas de saúde subjacentes.

Já máscaras médicas são recomendadas para:

. Profissionais de saúde em ambientes clínicos.
. Qualquer pessoa que não esteja se sentindo bem, incluindo pessoas com sintomas leves, como dores musculares, tosse leve, dor de garganta ou fadiga.
. Qualquer pessoa que esteja aguardando os resultados do teste COVID-19 ou cujo teste tenha resultado positivo.
. Pessoas que cuidam de alguém com suspeita ou caso confirmado de COVID-19 fora das unidades de saúde.

Máscaras médicas também são recomendadas para os seguintes grupos, porque eles correm um risco maior de adoecer gravemente com COVID-19 e morrer:

. Pessoas com 60 anos ou mais.
. Pessoas de qualquer idade com problemas de saúde subjacentes, incluindo doenças respiratórias crônicas, doenças cardiovasculares, câncer, obesidade, pacientes imunocomprometidos e diabetes mellitus.

Veja aqui comparativo entre máscaras, segundo estudo publicado na ‘Science’.

7 Quando é necessária a realização do teste? O plano cobre?

Desde 14/08/2020, os usuários de planos de saúde podem fazer o teste sorológico (IgG ou anticorpos totais) a partir do oitavo dia de sintomas da doença, com pedido médico.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decidiu incorporar de forma extraordinária ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde os testes sorológicos para detectar a presença de anticorpos produzidos pelo organismo após exposição ao novo Coronavírus.

O teste pode ser solicitado pelo médico assistente, quando preenchido um dos critérios do Grupo I e nenhum dos critérios do Grupo II destacados a seguir:

Grupo I (critérios de inclusão):
a) Pacientes com Síndrome Gripal (SG) ou Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) a partir do oitavo dia do início dos sintomas
b) Crianças ou adolescentes com quadro suspeito de Síndrome Multissistêmica Inflamatória pós-infecção pelo SARS-Cov2

Grupo II (critérios de exclusão):
a) RT-PCR prévio positivo para SARS-CoV-2
b) Pacientes que já tenham realizado o teste sorológico, com resultado positivo
c) Pacientes que tenham realizado o teste sorológico, com resultado negativo, há menos de 1 semana (exceto para os pacientes que se enquadrem no item b do Grupo I)
d) Testes rápidos
e) Pacientes cuja prescrição tem finalidade de rastreamento (screening), retorno ao trabalho, pré-operatório, controle de cura ou contato próximo/domiciliar com caso confirmado
f) Verificação de imunidade pós-vacinal

Confira abaixo a descrição das condições que caracterizam Síndrome Gripal e Síndrome Respiratória Aguda Grave:

Síndrome Gripal (SG): Indivíduo com quadro respiratório agudo, caracterizado por pelo menos dois dos seguintes sinais e sintomas: febre (mesmo que referida), calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza, distúrbios olfativos ou distúrbios gustativos. Em crianças: além dos itens anteriores considera-se também obstrução nasal, na ausência de outro diagnóstico específico. Em idosos: deve-se considerar também critérios específicos de agravamento como sincope, confusão mental, sonolência excessiva, irritabilidade e inapetência.

Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG): Indivíduo com SG que apresente: dispneia/desconforto respiratório OU pressão persistente no tórax OU saturação de O2 menor que 95% em ar ambiente OU coloração azulada dos lábios ou rosto. Em crianças: além dos itens anteriores, observar os batimentos de asa de nariz, cianose, tiragem intercostal, desidratação e inapetência.

8 Devo ir a consultas e exames que não são urgentes, mas estão agendados?

Sim, você deve continuar cuidando da sua saúde. Sempre que possível, procure aconselhamento médico por telefone ou outras tecnologias que possibilitem, de forma não presencial, a troca de informações para diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças. Para os clientes da Unimed-Rio, as consultas podem ser feitas por telemedicina. Saiba mais aqui. É bem simples, rápido e seguro.

SOBRE O RIO

1. Quais são as restrições na Cidade do Rio de Janeiro?

A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro estabeleceu medidas restritivas para tentar conter o avanço da Covid-19 no município.

.Bares e restaurantes: podem funcionar sem restrições de horário, mas música ao vivo até as 23h;
.Casas de espetáculos: podem abrir, mas com 40% da capacidade;
.Academias: aulas coletivas liberadas somente com um indivíduo a cada quatro metros quadrados.

Continua proibido:

.Boates;
.Rodas de samba;
.Entrada de ônibus fretados na cidade (exceto os que prestarem serviço para hotéis).

2. Quais são as regras de ouro estipuladas pela Prefeitura do Rio?
  1. Higienizar as mãos antes e depois de cada atividade usando água e sabão líquido ou, quando não for possível, álcool 70% em gel.
  2. Em áreas de circulação, incluindo banheiros, disponibilizar álcool 70% em gel, dispensadores de sabão líquido e de papel-toalha descartável e lixeiras com tampa, sem acionamento manual.
  3. Usar obrigatoriamente máscara em todas as áreas comuns, e só retirar durante as refeições.
  4. Obedecer ao distanciamento de dois metros ou quatro metros quadrados por pessoa, evitando o uso do elevador.
  5. Manter os ambientes arejados com as janelas e portas abertas e a limpeza dos aparelhos de ar-condicionado em dia.
  6. Providenciar máscaras, luvas de borracha, toucas e outros equipamentos de proteção individual (EPIs) para as equipes de limpeza e demais funcionários, de acordo com a atividade exercida.
  7. Reforçar a sensibilização sobre a etiqueta respiratória, a ser adotada em caso de tosse ou espirros: proteger aboca e o nariz com lenço de papel descartável ou o braço, evitando tocar o rosto.
  8. Encaminhar à assistência médica o funcionário ou colaborador que apresente sintomas da Covid-19.
  9. Fazer a limpeza concorrente a cada três horas e a limpeza terminal após o expediente, com atenção à necessidade da limpeza imediata**.
  10. Divulgar em pontos estratégicos os materiais educativos e outros meios de informação sobre as medidas de prevenção à Covid-19, como as Regras de Ouro e a Central 1746.
3. Onde eu posso ter acesso aos casos de Covid-19 por bairro do Rio?

A Prefeitura do Rio disponibiliza um painel com atualização diária.

Acesse aqui.

4. A praia está liberada?

O estacionamento na orla, a permanência, o banho de mar e ambulantes e barraqueiros das areias nas praias estão liberados na cidade do Rio de Janeiro.

5. Onde devo usar máscara agora?

O decreto da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro obrigando o uso de máscaras de proteção está em vigor desde o dia 23/4/2020.

O texto do município tornou obrigatório o uso de máscaras em serviços essenciais, como mercados e farmácias, e também em transportes públicos ou privados que levem passageiros.

Consta no decreto que o item deverá ser utilizado, inclusive, em bens públicos. São considerados como bens públicos, de acordo com o texto: lagoas, rios, mares, estradas, ruas e praças.

Já a OMS recomenda uso de máscaras por todas as pessoas onde houver transmissão ampla da doença e em situações em que o distanciamento social não é possível.

6. As aulas já voltaram para todos?

ESCOLAS ESTADUAIS
A Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) informou que, entre os dias 5 e 12 de abril de 2021, estão suspensas as aulas presenciais em toda a rede estadual de ensino. As unidades escolares permanecerão abertas para expedição de documentos, matrículas, retirada de material didático, além do kit alimentação.

ESCOLAS MUNICIPAIS
Na rede pública municipal de ensino, colégios e creches iniciaram o ano letivo em 08/02, mas as aulas presenciais retornaram em 24/02, de forma escalonada e em escolas selecionadas a partir dos critérios de segurança sanitária.

ESCOLAS PARTICULARES
As escolas particulares tiveram o ano letivo iniciado em 01/02 e seguem funcionando, de acordo com seus respectivos calendários e orientações das autoridades.

7. Onde posso fazer teste gratuito do novo coronavírus no Rio?

Os testes operados pela Secretaria de Estado de Saúde, em parceria com o Dados do Bem, são feitos no posto do Detran, no Largo do Machado. A tenda funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h no endereço: Rua do Catete, 325.

O local de testagem só pode ser acessado pelas pessoas que recebem o voucher de confirmação pelo aplicativo Dados do Bem.  No aplicativo, o usuário preenche um cadastro, responde um questionário de autoavaliação, com perguntas sobre sintomas associados à Covid-19 e histórico de saúde. Uma parte das pessoas cujas respostas ao questionário apontam para alta probabilidade de Covid-19 é chamada para a realização dos testes imunosorológicos.

É necessário levar o celular com o voucher (um QR code) e a carteira de identidade. O resultado é enviado ao usuário por meio do aplicativo.

Quem possui plano de saúde, pode fazer o teste sorológico (IgG ou anticorpos totais) a partir do oitavo dia de sintoma, mediante pedido médico, nos laboratórios credenciados que oferecem o exame.

VÍDEOS

Confira aqui dicas de como se prevenir e aprenda as melhores práticas para lidar com o Novo Coronavírus. Dê o play e assista!

Mucormicose: a epidemia mortal dentro da pandemia de covid-19 na Índia

5 meios de evitar infecção por coronavírus em ambientes fechados

Variante Delta: as 5 mutações que tornam coronavírus mais contagioso e preocupante

PODCASTS

Confira aqui nossos Podcasts sobre saúde e mercado.

Alerta sobre mamografias após vacina contra Covid-19
Com Dra. Maira Caleffi, presidente da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama)

Novos comportamentos: o aumento do e-commerce na pandemia
Com Babi Tonhela, CPO e Sócia do Ecommerce na Prática

Novas variantes: quais são os riscos?
Com Dr. José David Urbaez Brito, membro do Comitê de Hepatites Virais da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI)

SAÚDE MENTAL

Confira aqui nossa série de vídeos sobre saúde mental. Dê o play e assista!

Medos e traumas na pandemia

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FAQ

SOBRE
O que é o coronavírus?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), coronavírus é uma família de vírus que pode causar doenças em animais ou humanos. Em humanos, esses vírus provocam infecções respiratórias que podem ser desde um resfriado comum até doenças mais severas como a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS). O novo coronavírus causa a doença chamada COVID-19.

O que é COVID-19?

COVID-19 é a doença infecciosa causada pelo mais recente coronavírus descoberto. O vírus e a doença eram desconhecidos antes do surto iniciado em Wuhan, na China, em dezembro de 2019. Covid-19 agora é uma pandemia que afeta diversos países no mundo inteiro.

Quais são os sintomas da COVID-19?

Os sintomas da Covid-19 podem variar de um resfriado, a uma Síndrome Gripal-SG (presença de um quadro respiratório agudo, caracterizado por, pelo menos dois dos seguintes sintomas: sensação febril ou febre associada a dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza) até uma pneumonia severa.

Os sintomas mais comuns são:

• Tosse
• Febre
• Coriza
• Dor de garganta
• Dificuldade para respirar
• Perda de olfato (anosmia)
• Alteração do paladar (ageusia)
• Distúrbios gastrintestinais (náuseas/vômitos/diarreia)
• Cansaço (astenia)
• Diminuição do apetite (hiporexia)
• Dispneia ( falta de ar)

Quão grave é a COVID-19?

Algumas pessoas infectadas pelo vírus podem não apresentar sintomas ou apresentar sintomas discretos. A maioria das pessoas infectadas (cerca de 80%) se recupera da doença sem precisar de tratamento especial. Cerca de uma em cada cinco pessoas com COVID-19 pode desenvolver a doença em sua forma mais grave. Pessoas idosas e/ou com comorbidades, ou seja, outras doenças associadas como por exemplo: pressão alta, problemas cardíacos, diabetes e pessoas em tratamento para câncer, têm maior probabilidade de desenvolver a doença de forma grave.

No entanto, qualquer pessoa pode pegar COVID-19 e ficar gravemente doente. Pessoas de todas as idades que apresentam febre e/ou tosse associada a dificuldade para respirar/falta de ar, dor/pressão no peito ou perda da fala ou movimento devem procurar atendimento médico imediatamente.

Como a COVID-19 é transmitida?

A doença é causada pelo vírus SARS-CoV-2, que se espalha entre as pessoas de várias maneiras diferentes, segundo a OMS.

O vírus pode se espalhar a partir da boca ou nariz de uma pessoa infectada em pequenas partículas líquidas quando ela tosse, espirra, fala, canta ou respira. Essas partículas variam de gotículas respiratórias maiores a aerossóis menores.

A evidência atual sugere que o vírus se espalha principalmente entre pessoas que estão em contato próximo umas com as outras, normalmente 1 metro de distância (curto alcance). Uma pessoa pode ser infectada quando aerossóis ou gotículas contendo o vírus são inalados ou entram em contato direto com os olhos, nariz ou boca.

O vírus também pode se espalhar em ambientes internos mal ventilados e/ou lotados, onde as pessoas tendem a passar mais tempo. Isso ocorre porque os aerossóis permanecem suspensos no ar ou viajam a mais de 1 metro (longo alcance).

As pessoas também podem ser infectadas ao tocar em superfícies contaminadas pelo vírus, ao tocar nos olhos, nariz ou boca, sem limpar as mãos.

Pessoas sem sintomas podem transmitir o coronavírus?

Alguns relatórios indicam que pessoas sem sintomas podem transmitir o vírus. Ainda não se sabe com que frequência isso acontece.

A COVID-19 é transmitido principalmente através de gotículas respiratórias expelidas por alguém que está tossindo ou apresentando outros sintomas, como febre ou cansaço. Muitas pessoas com COVID-19 apresentam apenas sintomas leves e é possível contrair COVID-19 de alguém que tem apenas uma tosse leve e não se sinta doente.

A OMS está avaliando pesquisas em andamento sobre o tema e continuará a compartilhar descobertas atualizadas.

Quem corre mais risco de contágio do novo coronavírus?

Pessoas com 60 anos ou mais e aqueles com problemas médicos subjacentes, como hipertensão, problemas cardíacos e pulmonares, diabetes, obesidade ou câncer, correm maior risco de desenvolver a forma grave da doença.

No entanto, qualquer pessoa pode pegar Covid-19, ficar gravemente doente ou morrer em qualquer idade.

Quanto tempo leva após a exposição ao COVID-19 para desenvolver sintomas?

O tempo entre a exposição ao COVID-19 e o momento em que os sintomas começam é comumente em torno de cinco a seis dias, mas pode variar de 1 a 14 dias.

É por isso que as pessoas que foram expostas ao vírus são aconselhadas a permanecer em casa e afastadas de outras pessoas, durante 14 dias, para evitar a propagação do vírus, especialmente onde os testes não estão facilmente disponíveis.

É seguro receber um pacote de qualquer área em que a COVID-19 tenha sido notificada?

Sim. A probabilidade de uma pessoa infectada contaminar mercadorias comerciais é baixa e o risco de pegar o vírus que causa a COVID-19 em um pacote que foi movido, transportado e exposto a diferentes condições e temperaturas também é baixo.

Posso pegar COVID-19 do meu animal de estimação ou de outros animais?

Vários cães e gatos em contato com humanos infectados apresentaram resultados positivos para COVID-19. Além disso, os furões parecem ser suscetíveis à infecção. Em condições experimentais, tanto gatos quanto furões foram capazes de transmitir a infecção a outros animais da mesma espécie.

No entanto, não há evidências de que esses animais possam transmitir a doença para humanos e disseminar COVID-19. A COVID-19 se espalha principalmente por meio de gotículas produzidas quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala.

Visons (animal que se assemelha às doninhas) criados em fazendas também foram detectados com o vírus. Muito provavelmente, eles foram infectados por trabalhadores agrícolas. Em alguns casos, os visons infectados por humanos transmitiram o vírus a outras pessoas. Estes foram os primeiros casos relatados de transmissão de animal para humano.

Ainda é recomendado que pessoas que estão doentes com COVID-19 e pessoas que estão em risco limitem o contato com companheiros e outros animais. Ao manusear e cuidar dos animais, medidas básicas de higiene devem ser sempre implementadas. Isso inclui lavar as mãos após manusear os animais, seus alimentos ou suprimentos, bem como evitar beijar, lamber ou compartilhar alimentos.

Quanto tempo o coronavírus sobrevive nas superfícies?

A coisa mais importante a saber sobre o coronavírus em superfícies é que elas podem ser facilmente limpas com desinfetantes domésticos comuns que matam o vírus. Estudos mostraram que o vírus COVID-19 pode sobreviver por até 72 horas em plástico e aço inoxidável, menos de 24 horas em papelão e menos de 4 horas em cobre.

Sempre limpe as mãos com um produto à base de álcool ou lave-as com água e sabão. Além disso, evite tocar em seus olhos, boca ou nariz.

O que é imunidade de rebanho?

A imunidade do rebanho é a proteção indireta dos indivíduos de uma doença infecciosa quando uma alta proporção da população está imune (geralmente por vacinação). Pessoas que não foram infectadas, ou que não tiveram uma boa resposta imunológica, estão protegidas porque existem pessoas imunes suficientes ao seu redor para retardar ou interromper a transmissão de pessoa para pessoa.

Vamos dar o exemplo do sarampo, que é uma doença infecciosa infantil muito comum, para a qual existe uma vacina muito eficaz. Para conseguir imunidade de rebanho na população para o sarampo, é preciso que cerca de 95% das pessoas tenham imunidade ou anticorpos. Mesmo que você tenha 5% das crianças não vacinadas, essas outras pessoas têm proteção suficiente na população para evitar que o vírus do sarampo passe de uma pessoa para outra. É como ter uma barreira de pessoas que estão protegidas, que quebram essa cadeia de transmissão. Então, você não precisa que cada pessoa na população seja necessariamente protegida.

A OMS descartou, em agosto, a imunidade de rebanho como forma de superar a pandemia do novo coronavírus. Segundo a Organização, estudos revelam que, em média, 90% da população do planeta continua suscetível ao vírus. Análises em mais de 50 países indicaram que menos 10% da população apresenta algum tipo de evidência da presença de anticorpos e, mesmo entre os profissionais e pessoas mais exposta ao vírus, a taxa não passa de 20% ou 25%.

É seguro viajar de avião?

Além de medidas como exigência do uso de máscaras desde a chegada ao aeroporto e suspensão do serviço de bordo em voos domésticos, companhias aéreas passaram a adotar um processo de higienização mais profundo das cabines entre um voo e outro.

Segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês), quase todos os aviões atualmente têm filtros de ar sofisticados que capturam 99,99% das partículas, incluindo vírus como o COVID-19. O ar da cabine também é substituído por ar fresco externo renovado a cada dois ou três minutos. Segundo a Iata, isso significa que o que você respira a bordo tem a mesma qualidade de uma sala de cirurgia de um hospital.

Os procedimentos de segurança sanitária adotados pelas companhias aéreas e o uso de equipamentos de última geração, no entanto, devem ser acompanhados de cuidados dos próprios viajantes. Segundo a OMS, medidas como limpar as mãos com frequência, tossir ou espirrar no cotovelo ou lenço dobrado e tentar manter uma distância física de pelo menos um metro de outra pessoa.

A Iata recomenda ainda fazer check-in online para minimizar o contato no aeroporto.

A OMS recomenda que pessoas com diagnóstico confirmado de casos de COVID-19 devem ficar isoladas e não viajem. Qualquer pessoa que teve contato com outra pessoa confirmada com casos COVID-19 deve ficar em quarentena e também não deve viajar. Pessoas com 60 anos ou mais e aqueles com doenças crônicas graves ou condições de saúde subjacentes devem tentar adiar a viagem ou tomar precauções especiais, além de usar uma máscara facial médica continuamente durante a viagem.

Para quais países posso viajar?

Diversos países possuem restrições moderadas e fortes a entradas de viajantes a lazer e turismo, segundo lista da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês).

Confira a lista atualizada de países (em inglês) aqui.

É importante ficar atento às exigências de cada país. A maioria exige algum tipo de testagem negativa para COVID-19, seja realizada antes do voo, seja no momento do desembarque (quando, em certos casos, é cobrado à parte). A triagem com questionário sobre condições de saúde, sintomas e medição de temperatura é outro requisito comum. Em alguns países, há exigência de quarentena por 14 dias.

Como deve ser notificado um caso de novo coronavírus?

Os casos devem ser notificados por profissionais e instituições de saúde do setor público ou privado, em todo o território nacional, segundo legislação nacional vigente, dentro do prazo de 24 horas a partir da suspeita inicial do caso ou óbito.

Há riscos maiores para grávidas? E para o bebê?

Mulheres grávidas ou mulheres recentemente grávidas que são mais velhas, com sobrepeso e têm condições médicas pré-existentes, como hipertensão e diabetes, parecem ter um risco aumentado de desenvolver COVID-19 grave. Quando as mulheres grávidas desenvolvem a doença grave, elas também parecem necessitar mais frequentemente de cuidados em unidades de terapia intensiva do que as mulheres não grávidas em idade reprodutiva.

Devido às mudanças em seus corpos e sistemas imunológicos, sabemos que as mulheres grávidas podem ser gravemente afetadas por algumas infecções respiratórias. Portanto, é importante que eles tomem precauções para se protegerem contra COVID-19 e relatem possíveis sintomas (incluindo febre, tosse ou dificuldade em respirar) ao seu médico.

A OMS ainda não sabe se uma mulher grávida com COVID-19 pode transmitir o vírus ao feto ou para o bebê durante a gravidez ou parto. Até o momento, o vírus ativo não foi encontrado em amostras de fluido ao redor do bebê no útero ou no leite materno.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
Onde posso ter acesso aos números atualizados de casos no Brasil e no mundo?

Diariamente, o Ministério da Saúde atualiza a quantidade de casos recuperados e casos e óbitos confirmados da COVID-19 no Brasil. Os dados estão disponíveis em covid.saude.gov.br.

Para os casos internacionais, a Organização Mundial da Saúde possui um painel, em inglês, também atualizado diariamente. Confira em covid19.who.int.

Como é realizado o diagnóstico de COVID-19?

O diagnóstico da Covid-19 pode ser realizado a partir dos seguintes critérios:

1 – O DIAGNÓSTICO CLÍNICO é realizado pelo médico atendente, que deve avaliar a possibilidade da doença, principalmente, em pacientes com a associação dos seguintes sinais e sintomas:
• Febre, que pode estar presente no momento do exame clínico ou referida pelo paciente (sensação febril) de ocorrência recente.
• Sintomas do trato respiratório (por exemplo, tosse, dispneia, coriza, dor de garganta)
• Outros sintomas consistentes incluindo, mialgias, distúrbios gastrointestinais (diarreia/náuseas/vômitos), perda ou diminuição do olfato (anosmia) ou perda ou diminuição do paladar (ageusia).
Em crianças, além dos itens anteriores, considera-se também a obstrução nasal, a desidratação e a falta de apetite (inapetência), na ausência de outro diagnóstico específico.
Em idosos, deve-se considerar também, critérios específicos de agravamento como: síncope (desmaio ou perda temporária de consciência), confusão mental, sonolência excessiva, irritabilidade e falta de apetite (inapetência).
O diagnóstico clínico da doença, também deve ser considerado em pacientes com doença grave do trato respiratório inferior sem causa clara, como é o caso de pacientes que se apresentem em Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Nesta síndrome o indivíduo apresenta-se em franca dispneia/desconforto respiratório/dificuldade para respirar com saturação de oxigênio (O2) menor do que 95% em ar ambiente ou coloração azulada dos lábios ou rosto (cianose) ou queixa de pressão persistente no tórax.
Em crianças, a SRAG apresenta-se com os sinais e sintomas anteriores, devendo ser observados sinais característicos de esforço respiratório, tais como, os batimentos de asa de nariz, tiragem intercostal, e, por fim, alteração na coloração das extremidades que ficam azuladas (cianose).

2 – O DIAGNÓSTICO CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO é realizado pelo médico atendente no qual considera-se:
• casos de paciente com a associação dos sinais e sintomas supracitados ou SRAG MAIS histórico de contato próximo ou domiciliar, nos últimos 14 dias antes do aparecimento dos sintomas, com caso confirmado laboratorialmente para COVID-19 e para o qual não foi possível realizar a investigação laboratorial específica.

3 – DIAGNÓSTICO CLÍNICO-IMAGEM:
• caso de sintomas respiratório mais febre ou SRAG ou óbito por SRAG que não foi possível confirmar ou descartar por critério laboratorial E que apresente alterações tomográficas.

4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL – Caso o paciente apresente os sintomas respiratórios mais febre ou SRAG. O profissional de saúde poderá solicitar os seguintes exames laboratoriais:
• De biologia molecular, (RT-PCR em tempo real) que diagnostica tanto a COVID-19, a Influenza ou a presença de Vírus Sincicial Respiratório (VSR) normalmente até o oitavo dia de início de sintomas.
• Imunológico, que detecta, ou não, a presença de anticorpos em amostras coletadas a partir do oitavo dia de início dos sintomas. Sendo eles:
• Ensaio imunoenzimático (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay – ELISA);
• Imunocromatografia (teste rápido) para detecção de anticorpos;
• Imunoensaio por Eletroquimioluminescência (ECLIA).
• Pesquisa de antígenos: resultado reagente para SARS-CoV-2 pelo método de Imunocromatografia para detecção de antígeno.

5 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL EM INDIVÍDUO ASSINTOMÁTICO (pessoa sem sintomas) que realizou:
• Exame de Biologia Molecular com resultado DETECTÁVEL para SARS-CoV-2 realizado pelo método RT-PCR em tempo real.
• Exame de Imunológico com resultado REAGENTE para IgM e/ou IgA realizado pelos seguintes métodos: Ensaio imunoenzimático (ELISA) e Imunocromatografia (teste rápido) para detecção de anticorpos.

Como diferenciar gripe comum de COVID-19?

A COVID-19 e o vírus influenza têm uma apresentação de doença semelhante. Ambos causam doenças respiratórias, que se apresentam como uma ampla gama de doenças, desde assintomáticas ou leves até graves e morte.

Além disso, ambos os vírus são transmitidos por contato, gotículas e fômites. Como resultado, as mesmas medidas de saúde pública, como higiene das mãos e boa etiqueta respiratória (tossir no cotovelo ou em um lenço de papel e descartar imediatamente o lenço), são ações importantes que todos podem tomar para prevenir a infecção.

Embora os sintomas para os dois vírus sejam semelhantes, a gravidade parece ser diferente. Para Covid-19, os dados até o momento sugerem que 80% das infecções são leves ou assintomáticas, 15% são infecções graves, necessitando de oxigênio e 5% são infecções críticas, exigindo ventilação. Esses casos de infecção grave e crítica seriam maiores do que as observadas para a infecção por influenza.

Aqueles que apresentam maior risco de infecção por influenza grave são crianças, mulheres grávidas, idosos, pessoas com condições médicas crônicas e pessoas imunossuprimidas. Para COVID-19, o entendimento atual da OMS é que a idade avançada e as condições crônicas aumentam o risco de infecção grave.

A mortalidade para COVID-19 parece maior do que para influenza, especialmente influenza sazonal. Embora a mortalidade de COVID-19 leve algum tempo para ser totalmente compreendida, os dados até agora indicam que a taxa de mortalidade bruta (o número de mortes relatadas dividido pelos casos relatados) está entre 3-4%. Para a influenza sazonal, a mortalidade é geralmente bem abaixo de 0,1%. No entanto, a OMS destaca que a mortalidade é em grande medida determinada pelo acesso e qualidade dos cuidados de saúde.

Qual é o período de incubação do coronavírus?

Um período de incubação é o tempo entre ser infectado e o início dos sintomas da doença. As estimativas atuais sugerem que os sintomas da COVID-19 geralmente aparecem em torno de cinco a seis dias, mas pode variar de 1 a 14 dias.

Quando se deve procurar o serviço de saúde?

Se você tem qualquer sintoma de COVID-19 – tosse, febre, coriza, dor de garganta, dificuldade para respirar, perda de olfato, alteração do paladar, distúrbios gastrintestinais (náuseas/vômitos/diarreia), cansaço, diminuição do apetite, falta de ar – evite, em primeiro lugar, contato físico com outras pessoas, incluindo os familiares, principalmente, idosos e doentes crônicos, e utilize máscara o tempo todo.

O Ministério da Saúde orienta que a população procure imediatamente os postos de triagem nas Unidades Básicas de Saúde / UPAs ou outras unidades de saúde. Se você é cliente Unimed, procure nossas unidades de urgência e emergência, próprias ou da nossa rede credenciada.

Após encaminhamento, consulte-se com seu médico pessoal. Uma vez diagnosticado pelo médico, que poderá solicitar exames complementares, você receberá as orientações e prescrição dos medicamentos. Inicie o tratamento prescrito imediatamente.

Se uma pessoa da casa tiver diagnóstico positivo, todos os moradores devem ficar em distanciamento conforme orientação médica.

Mantenha seu médico sempre informado da evolução dos sintomas durante o tratamento e siga suas recomendações.

O que devo fazer se acho que tenho coronavírus ou alguém da minha família?

Em primeiro lugar, evite contato físico com outras pessoas, incluindo os familiares, principalmente, idosos e doentes crônicos, e utilize máscara o tempo todo.

O Ministério da Saúde orienta que a população procure imediatamente os postos de triagem nas Unidades Básicas de Saúde / UPAs ou outras unidades de saúde. Se você é cliente Unimed, procure nossas unidades de urgência e emergência, próprias ou da nossa rede credenciada.

Após encaminhamento, consulte-se com seu médico pessoal. Uma vez diagnosticado pelo médico, que poderá solicitar exames complementares, você receberá as orientações e prescrição dos medicamentos. Inicie o tratamento prescrito imediatamente.

Se uma pessoa da casa tiver diagnóstico positivo, todos os moradores devem ficar em distanciamento conforme orientação médica.

Mantenha seu médico sempre informado da evolução dos sintomas durante o tratamento e siga suas recomendações.

Quando é indicado fazer o teste de novo coronavírus? O plano cobre?

Desde 14/8, os usuários de planos de saúde podem fazer o teste sorológico (IgG ou anticorpos totais) a partir do oitavo dia de sintomas da doença, com pedido médico.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decidiu incorporar de forma extraordinária ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde os testes sorológicos para detectar a presença de anticorpos produzidos pelo organismo após exposição ao novo Coronavírus.

O teste pode ser solicitado pelo médico assistente, quando preenchido um dos critérios do Grupo I e nenhum dos critérios do Grupo II destacados a seguir:

Grupo I (critérios de inclusão):
a) Pacientes com Síndrome Gripal (SG) ou Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) a partir do oitavo dia do início dos sintomas
b) Crianças ou adolescentes com quadro suspeito de Síndrome Multissistêmica Inflamatória pós-infecção pelo SARS-Cov2

Grupo II (critérios de exclusão):
a) RT-PCR prévio positivo para SARS-CoV-2
b) Pacientes que já tenham realizado o teste sorológico, com resultado positivo
c) Pacientes que tenham realizado o teste sorológico, com resultado negativo, há menos de 1 semana (exceto para os pacientes que se enquadrem no item b do Grupo I)
d) Testes rápidos
e) Pacientes cuja prescrição tem finalidade de rastreamento (screening), retorno ao trabalho, pré-operatório, controle de cura ou contato próximo/domiciliar com caso confirmado
f) Verificação de imunidade pós-vacinal

Confira abaixo a descrição das condições que caracterizam Síndrome Gripal e Síndrome Respiratória Aguda Grave:

Síndrome Gripal (SG): Indivíduo com quadro respiratório agudo, caracterizado por pelo menos dois dos seguintes sinais e sintomas: febre (mesmo que referida), calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza, distúrbios olfativos ou distúrbios gustativos. Em crianças: além dos itens anteriores considera-se também obstrução nasal, na ausência de outro diagnóstico específico. Em idosos: deve-se considerar também critérios específicos de agravamento como sincope, confusão mental, sonolência excessiva, irritabilidade e inapetência.

Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG): Indivíduo com SG que apresente: dispneia/desconforto respiratório OU pressão persistente no tórax OU saturação de O2 menor que 95% em ar ambiente OU coloração azulada dos lábios ou rosto. Em crianças: além dos itens anteriores, observar os batimentos de asa de nariz, cianose, tiragem intercostal, desidratação e inapetência.

O que significam IgM, IgA e IgG?

As Imunoglobulinas IgG, IgM e IgA são anticorpos. Eles agem em forma de reação imunológica a antígenos (por exemplo, as proteínas do vírus) com os quais entramos em contato ou presentes em nosso organismo.

Um teste de anticorpos positivo nos diz o seguinte:

. A pessoa foi infectada no passado com o vírus que causa COVID-19.
. Se IgM e IgG forem positivo, a infecção foi recente (nas últimas semanas).
. Se apenas o IgG estiver presente, a infecção ocorreu há mais tempo.

Um teste de anticorpos negativo pode significar o seguinte:

A pessoa não foi infectada
ou
A pessoa foi infectada recentemente (nos últimos 14 dias)
ou
A pessoa foi infectada e apresentou uma resposta de anticorpos, mas os níveis de anticorpos estão abaixo do nível de detecção do teste
ou
A pessoa foi infectada, mas eliminou o vírus sem montar uma resposta de anticorpos (ainda não demonstrado para COVID-19).

Portanto, um teste de anticorpos negativo não nos diz se uma pessoa é suscetível à infecção.

Quais são as diferenças entre os testes sorológicos (rápidos) e os testes moleculares?

O teste molecular, ou seja, um teste de PCR, detecta material genético do vírus e pode detectar se uma pessoa está atualmente infectada com o vírus COVID-19.

O teste sorológico detecta anticorpos contra o vírus, que podem indicar se uma pessoa teve uma infecção pelo vírus que causa COVID-19 no passado.

Pessoas infectadas pela COVID-19 podem ter sequelas?

Algumas pessoas que tiveram COVID-19, quer tenham precisado de hospitalização ou não, continuam a apresentar sintomas, incluindo fadiga e sintomas respiratórios e neurológicos.

A OMS está trabalhando com pesquisadores e grupos de pacientes em todo o mundo para projetar e realizar estudos a fim de compreender a proporção de pacientes que têm efeitos de longo prazo, por quanto tempo eles persistem e por que ocorrem. Esses estudos serão usados ​​para desenvolver orientações adicionais para o atendimento ao paciente.

Já existe remédio ou tratamento para o novo coronavírus?

Cientistas de todo o mundo estão trabalhando para encontrar e desenvolver tratamentos para COVID-19. Os cuidados incluem oxigênio para pacientes gravemente doentes e para aqueles que estão em risco de doença grave e suporte respiratório mais avançado, como ventilação, para pacientes gravemente enfermos.

Segundo a OMS, a dexametasona é um corticosteroide que pode ajudar a reduzir o tempo de uso do ventilador e salvar vidas de pacientes graves e críticos.

Os resultados do Estudo de Solidariedade da OMS indicaram que os medicamentos Remdesivir, Hidroxicloroquina, Lopinavir/Ritonavir e Interferon têm pouco ou nenhum efeito na mortalidade ou no curso intra-hospitalar de COVID-19 entre pacientes hospitalizados.

Não é recomendada a automedicação com quaisquer medicamentos, incluindo antibióticos, como prevenção ou cura para COVID-19.

A cloroquina pode ser usada para tratar pacientes com novo coronavírus?

A OMS não recomenda hidroxicloroquina como tratamento para COVID-19. Esta recomendação é baseada em 30 estudos com mais de 10.000 pacientes com COVID-19. A hidroxicloroquina não reduziu a mortalidade, a necessidade ou a duração da ventilação mecânica. Tomar hidroxicloroquina para tratar COVID-19 pode aumentar o risco de problemas cardíacos, distúrbios do sangue e da linfa, lesão renal, problemas e insuficiência hepática.

A OMS também não recomenda hidroxicloroquina para prevenir COVID-19. Esta recomendação é baseada em seis estudos com mais de 6.000 participantes que não tiveram Covid-19 e receberam hidroxicloroquina. O uso de hidroxicloroquina para prevenção teve pouco ou nenhum efeito na prevenção de doenças, hospitalização ou morte por COVID-19. Tomar hidroxicloroquina para prevenir COVID-19 pode aumentar o risco de diarreia, náusea, dor abdominal, sonolência e dor de cabeça.

No entanto, a hidroxicloroquina e a cloroquina são seguras para uso em pacientes com doenças autoimunes ou malária (não COVID-19).

A Anvisa proibiu a venda de cloroquina e hidroxicloroquina nas farmácias?

Sim. A venda sem receita em farmácias de medicamentos como cloroquina, hidroxicloroquina, nitazoxanida e ivermectina foi proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A medida está publicada no Diário Oficial da União de 23/7/2020. De acordo com a agência, a lista poderá ser revista a qualquer momento para a inclusão de novos medicamentos, caso seja necessário.

Segundo a Anvisa, o objetivo da norma é impedir a compra indiscriminada de medicamentos que têm sido amplamente divulgados como potencialmente benéficos no combate à infecção pelo novo coronavírus, embora ainda não existam estudos conclusivos sobre o uso desses fármacos para o tratamento da doença.

A medida visa também manter os estoques destinados aos pacientes que já têm indicação médica para uso desses produtos, uma vez que os medicamentos que constam na resolução também são usados no tratamento de outras doenças, como a malária (cloroquina e hidroxicloroquina); artrite reumatoide, lúpus e outras (hidroxicloroquina); doenças parasitárias (nitazoxanida) e tratamento de infecções parasitárias (ivermectina).

É possível ser infectado mais de uma vez por coronavírus?

Sim. A reinfecção pelo novo coronavírus é possível e já foi comprovada cientificamente. O primeiro caso de uma segunda infecção pela Covid-19 no Brasil foi confirmado laboratorialmente em dezembro de 2020, pela Fiocruz. Uma profissional de saúde, de Natal, no Rio Grande do Norte, apresentou diagnóstico positivo em amostras coletadas em 23 de junho e 13 de outubro. O sequenciamento genético do material revelou que as duas infecções foram causadas por linhagens diferentes do vírus: B.1.1.33, em junho, e B.1.1.28, em outubro.

PREVENÇÃO
Há vacina contra o novo coronavírus?

A Organização Mundial da Saúde aprovou, em caráter emergencial, no dia 31 de dezembro de 2020, a primeira autorização global de uso emergencial de uma vacina contra a Covid-19. A medida facilita a aprovação interna em países que ainda não o fizeram e permite que organismos internacionais, como a própria OMS e outros ligados ao sistema ONU, também possam adquirir lotes e distribuir a países que precisam.

No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou, por unanimidade, no dia 17 de janeiro de 2021, o uso emergencial de duas vacinas contra a Covid-19. Na mesma data, a vacina já fora aplicada. A medida chancela o início de programas de vacinação pelo país.

Que produtos de limpeza matam o vírus?

Álcool em gel 70% e água com sabão são as melhores formas de higienizar as mãos e evitar contaminação. Além desses, outros produtos de limpeza também ajudam no combate, como: água sanitária, desinfetantes em geral, limpadores multiuso com cloro, limpadores multiuso com álcool, álcool de limpeza (líquido), detergente e sabão.

Quais as recomendações atuais para prevenir o contágio do novo coronavírus?

As recomendações de prevenção à COVID-19 são as seguintes:

• Lave com frequência as mãos até a altura dos punhos, com água e sabão, ou então higienize com álcool em gel 70%. Essa frequência deve ser ampliada quando estiver em algum ambiente público (ambientes de trabalho, prédios e instalações comerciais, etc), quando utilizar estrutura de transporte público ou tocar superfícies e objetos de uso compartilhado.
• Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com lenço ou com a parte interna do cotovelo.
• Não tocar olhos, nariz, boca ou a máscara de proteção fácil com as mãos não higienizadas.
• Se tocar olhos, nariz, boca ou a máscara, higienize sempre as mãos como já indicado.
• Mantenha distância mínima de 1 (um) metro entre pessoas em lugares públicos e de convívio social. Evite abraços, beijos e apertos de mãos.
• Higienize com frequência o celular, brinquedos das crianças e outro objetos que são utilizados com frequência.
• Não compartilhe objetos de uso pessoal como talheres, toalhas, pratos e copos.
• Mantenha os ambientes limpos e bem ventilados.
• Evite circulação desnecessária nas ruas, estádios, teatros, shoppings, shows, cinemas e igrejas.
• Se estiver doente, evite contato próximo com outras pessoas, principalmente idosos e doentes crônicos, busque orientação pelos canais on-line disponibilizados pelo SUS ou atendimento nos serviços de saúde e siga as recomendações do profissional de saúde.
• Durma bem e tenha uma alimentação saudável.
• Recomenda-se a utilização de máscaras em todos os ambientes. As máscaras de tecido (caseiras/artesanais), não são Equipamentos de Proteção Individual (EPI), mas podem funcionar como uma barreira física, em especial contra a saída de gotículas potencialmente contaminadas.

Como me proteger no transporte público?

As recomendações de prevenção à COVID-19 no transporte público são as seguintes:

. Use máscara.
. Não coloque as mãos no rosto durante o trajeto (mantenha-as especialmente longe dos olhos, boca e nariz).
. Ande com álcool em gel e aplique nas mãos durante a viagem se o trajeto for longo.
. Assim que chegar ao destino, lave as mãos antes de fazer qualquer outra coisa — inclusive antes de tirar a máscara.
. E limpe com álcool em gel os objetos pessoais que tocar durante o trajeto (como chaves e o celular).
. Dê preferência de pagamento por cartões magnéticos (como o Bilhete Único), já que o uso de dinheiro ajuda a propagar a transmissão.
. Se tossir ou espirrar, cubra o rosto com o antebraço.
. Ao chegar em casa, coloque as roupas para lavar.
. Se você tiver a opção de planejar mais de uma rota diferente ao trabalho (como ir de ônibus + metrô; só de ônibus; de trem) é preferível sempre escolher a rota menos lotada. Se o nível de lotação for o mesmo, dê preferência para o meio que vá ter mais circulação de ar.
. Se você tem a opção de circular somente de ônibus em vez de usar o metrô, e a lotação de ambos os meios for a mesma, o ônibus é preferível. A circulação de ar nos trens do metrô é mais difícil do que em ônibus ou em trens de superfície.
. Evite comer e evite conversar dentro de ônibus, metrôs e trens.
. Se puder escolher seu lugar no transporte, fique longe de grupos de pessoas conversando e de pessoas comendo — que precisam retirar a máscara para fazê-lo.

No retorno das escolas, quais medidas de prevenção deve-se tomar?

Existem várias ações e requisitos que devem ser revistos e implementados para garantir a segurança das crianças e dos funcionários da escola enquanto estão na escola. Devem ser consideradas disposições especiais para o desenvolvimento da primeira infância, instituições de ensino superior ou instituições especializadas.

A OMS recomenda o seguinte:

Política, prática e infraestrutura: Certifique-se de que os recursos, políticas e infraestrutura necessários estejam em vigor para proteger a saúde e a segurança de todos os funcionários da escola, incluindo pessoas em maior risco.

Aspectos comportamentais: leve em consideração a idade e a capacidade dos alunos de compreender e respeitar as medidas adotadas. As crianças mais novas podem ter mais dificuldade em aderir ao distanciamento físico ou ao uso adequado de máscaras.

Segurança e proteção: O fechamento ou reabertura da escola pode afetar a segurança e a proteção dos alunos e as crianças mais vulneráveis podem exigir atenção especial, como durante a coleta e entrega.

Higiene e práticas diárias: Medidas de higiene das mãos e limpeza do ambiente devem ser implementadas para limitar a exposição. As escolas devem considerar o treinamento de funcionários e alunos, um cronograma para limpeza diária, disponibilidade de instalações de higiene das mãos e orientação nacional/local sobre o uso de máscaras.

Triagem e cuidado de alunos doentes, professores e outros funcionários da escola: as escolas devem aplicar a política de “ficar em casa se não estiver bem”, dispensar a exigência de um atestado médico, criar uma lista de verificação para pais/alunos/funcionários decidirem se vão à escola (levando em consideração a situação local), e considerar opções de triagem na chegada.

Comunicação com pais e alunos: As escolas devem manter os alunos e pais informados sobre as medidas que estão sendo implementadas para garantir sua colaboração e apoio.

Medidas adicionais relacionadas à escola: Garantir a continuidade ou expansão dos serviços essenciais, incluindo alimentação escolar, saúde mental e apoio psicossocial, além de checagem sobre imunização e vacinação.

Distanciamento físico: O distanciamento físico de pelo menos 1 metro entre as pessoas deve ser implementado nas instalações da escola e nas salas de aula. Isso inclui aumentar o espaçamento entre as mesas e nos recessos, intervalos e intervalos para o almoço; limitar a mistura de turmas ou grupos de idade; considerando turmas menores ou horários alternados e garantindo boa ventilação nas salas de aula.

Aprendizagem à distância: As opções de aula online devem ser adaptadas à situação.

Que medidas tomar na volta ao trabalho?

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgou, em junho, orientações para um retorno ao trabalho seguro durante a pandemia de Covid-19. De acordo com a entidade, as políticas de retorno devem ser orientadas por uma abordagem com foco nas pessoas, que coloque os direitos e as normais internacionais do trabalho no centro das estratégias econômicas, sociais e ambientais.

Veja as 10 medidas recomendadas pela OIT:

. Formar uma equipe para planejar e organizar o retorno ao trabalho
. Decidir quando reabrir, quem retornará ao trabalho e de que forma
. Adotar medidas de engenharia, organizacionais e administrativas
. Promover a limpeza e desinfecção do ambiente de trabalho de forma regular
. Prover meios para higiene pessoal
. Prover equipamentos de proteção e informar o uso correto
. Monitorar a saúde dos funcionários
. Considerar outros riscos, incluindo o psicossocial
. Revisar os planos de preparação de emergência
. Revisar e atualizar as medidas preventivas e de controle

Confira mais orientações sobre cada medida aqui (em inglês).

Adianta tomar vacina contra a gripe para prevenir a infecção por COVID-19?

A vacina contra influenza não é eficaz contra o vírus COVID-19.

No entanto, é altamente recomendável ser vacinado a cada ano para prevenir a infecção por influenza.

Qual tipo de máscara é recomendada contra Covid-19?

De acordo com a OMS, máscaras médicas são recomendadas para:

. Profissionais de saúde em ambientes clínicos.
. Qualquer pessoa que não esteja se sentindo bem, incluindo pessoas com sintomas leves, como dores musculares, tosse leve, dor de garganta ou fadiga.
. Qualquer pessoa que esteja aguardando os resultados do teste COVID-19 ou cujo teste tenha resultado positivo.
. Pessoas que cuidam de alguém com suspeita ou caso confirmado de COVID-19 fora das unidades de saúde.

Máscaras médicas também são recomendadas para os seguintes grupos, porque eles correm um risco maior de adoecer gravemente com COVID-19 e morrer:

. Pessoas com 60 anos ou mais.
. Pessoas de qualquer idade com problemas de saúde subjacentes, incluindo doenças respiratórias crônicas, doenças cardiovasculares, câncer, obesidade, pacientes imunocomprometidos e diabetes mellitus.

Máscaras de tecido não médicas podem ser usadas pelo público em geral com idade inferior a 60 anos e que não apresenta problemas de saúde subjacentes.

Veja aqui comparativo entre máscaras, segundo estudo publicado na ‘Science’.

Preciso lavar todas as embalagens de alimentos?

Os coronavírus precisam de um hospedeiro animal ou humano vivo para se multiplicar e sobreviver e não podem se multiplicar na superfície das embalagens de alimentos. Não é necessário desinfetar os materiais de embalagem de alimentos, mas as mãos devem ser devidamente lavadas após o manuseio de embalagens e antes de comer.

Posso pegar COVID-19 comendo alimentos frescos, como frutas e vegetais?

Atualmente, não há evidências de que as pessoas possam pegar COVID-19 em alimentos, incluindo frutas e vegetais. Frutas e vegetais frescos fazem parte de uma dieta saudável e seu consumo deve ser incentivado.